A missão da empresa dos engenheiros da computação
Wilson Lima e Sérgio Varella é ousada: “Facilitar o dia a dia das pessoas,
criando soluções inovadoras”. A busca por melhorar o que já existe no mercado
tem rendido criações inteligentes. Uma delas foi o terminal turístico para quem
visita a cidade, que oferece informações gratuitas.
Com um simples clique touch screen é possível
obter informações de hospedagem, previsão do tempo, restaurantes e agenda
cultural da cidade. No guia multimídia da cidade está um catálogo de bares,
passeios, hospedagem, restaurantes, mergulhos, hospitais, clínicas, e outras
informações de que o turista geralmente precisa.
“Vi um terminal parecido no aeroporto de São
Paulo, mas que não funcionava. Daí passamos a desenvolver um que deu certo”,
comenta Wilson. O modelo de autoatendimento já é de domínio público, mas os
dois desenvolveram um software exclusivo para a máquina, que já foi registrado.
Hoje existem 19 terminais espalhados na cidade e
um na praia de Pipa, em Tibau do Sul. Mas Wilson e Sérgio querem melhorar ainda
mais o serviço. Com uma verba ganha no edital de Inovação Tecnológica da
Fapern, eles trabalham na instalação de um sistema de ligação gratuita para a
empresa, direto do terminal (VOIP).
A verba da Fapern tamnbém permitiu implementar os
serviços de previsão do tempo, consulta de voos, agenda cultural, sistema de
publicidade bluetooth e sistema de impressão de cupons promocionais.
Paralelamente às melhorias dos terminais
turísticos, os “inventores de soluções” trabalham em outro grande projeto: um
estacionamento inteligente. A ideia é acabar com as longas buscas por uma vaga
em estacionamentos de shoppings. “Na entrada do estabelecimento e em cada andar
que percorrer, o cliente será informado sobre o número de vagas que existem e
onde elas estão evitando assim, que o cliente fique dando voltas para
achar uma vaga”.
Os inventores não dão mais detalhes da ideia, que
ainda não está registrada, mas adiantam que haverá indicação por sensores de
luzes em cima de cada vaga, sinalizando onde está ocupado ou não. A invenção
ainda não está disponível no mercado, mas será lançada em formato de franquia
no primeiro semestre de 2010.
“Estamos buscando parcerias com shoppings locais e
de estados vizinhos para fazer um teste gratuito por um ano”. Eles
estudam pequenos ajustes para baratear o sistema e a partir do ano que vem
pretendem começar os testes com um protótipo. “Nosso foco são os shoppings, mas
o sistema pode ser usado em supermercados e outros tipos de estabelecimentos”.
A ideia será publicada no Livro Nacional de
Inovação Tecnológica 2009 do Sebrae.
Fonte:-http://tribunadonorte.com.br-
Notícias, cursos, jurisprudência e como registrar sua marca ou sua patente de invenção
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Simpósio vai debater oportunidades de negócios na Copa
Nos dias 2 e 3 de dezembro, das 9h às 18h, especialistas ligados ao setor esportivo internacional e nacional estarão reunidos na UniCuritiba durante o Primeiro Simpósio de Direito Desportivo e Gestão de Negócios para a Copa 2014 - o 1º. Simcopa. Serão analisados e debatidos temas como a estrutura do futebol, as normas que regem o mundo da bola, o ‘business' que envolve a área esportiva, os bastidores do mercado, o impacto dos novos negócios no turismo, nas finanças e no crescimento da cidade.
O público alvo do Simcopa são gestores esportivos, juristas, advogados, publicitários, empresários, enfim, aqueles que não querem apenas ver a Copa passar, mas estar preparados para recebê-la e participar ativamente deste grande evento.
Entre os conferencistas estão o alemão Axel Klingel, consultor de Marketing do Comitê Organizador de Munique na Copa da Alemanha de 2006 e diretor da Task Communication, criadora do projeto de ‘naming rights' da Allianz Arena; o CEO da One Sports Business, que representa os grupos Sport +Markt e Task Communication no Brasil, além de atuar em projetos relacionados à Copa 2014, Ricardo Ognibene; o presidente do Instituto Meirelles de Proteção à Propriedade Industrial, Flávio Meirelles; e o especialista em fundos internacionais de investimento e com atuação junto à FIFA, Eduardo Carlezzo.
O pesquisador e PHD em Indústria do Futebol na Universidade de Liverpool, Oliver Seitz, e o especialista em gestão de marketing para clubes de futebol, Amir Somoggi, já garantiram presença. Também estarão no simpósio o representante da Nike-CBF, Luís Alexandre Pontes Rodrigues, e da Price Waterhouse Coopers, Marcos Nicolas.
No painel sobre Direito e Futebol, destaque para os diretores jurídicos de clubes como São Paulo e Botafogo, além do auditor do STJD, Alexandre Quadros.
Para falar sobre a estrutura do futebol, foram convidados Marcelo Djian, representante dos clubes franceses Paris Saint Germain, Lyon e Nantes; Rodrigo Caetano, diretor executivo do Vasco e ex-diretor de futebol do Grêmio; e Felipe Ximenes, supervisor de futebol com experiência no Atlético Mineiro e Fluminense.
No comando do tema Comunicação e Futebol, estarão jornalistas dos principais veículos de comunicação do Estado: Cristian Toledo, Édson Militão e Marcelo Fachinello. Quem falará sobre o poder da televisão, são os jornalistas Telmo Zanini e Eric Faria, da Rede Globo do Rio de Janeiro, e Rubens Pozzi, da ESPN.
A abertura do Simcopa, que acontece às 9h do dia 02/12, quarta-feira, será feita com uma explanação sobre o assunto pelo coordenador científico do evento, o advogado Gustavo Nadalin e também do assessor especial do Ministério dos Esportes para assuntos da Copa, Ricardo Gomyde.
As inscrições para o I Simcopa estão sendo feitas apenas através do site -www.simcopa.com.br- e as vagas são limitadas.
Fonte: http://jornale.com.br
Segunda fase do Exame cai a redação de reivindicações de patentes, carta ao cliente de marca e requerimentos ao INPI
Boa tarde,
Para iniciar os estudos da segunda fase, abaixo transcrevo parte do Edital 001/2009. Assim podemos focar claramente no que estudar.
CAPÍTULO IV
Para iniciar os estudos da segunda fase, abaixo transcrevo parte do Edital 001/2009. Assim podemos focar claramente no que estudar.
CAPÍTULO IV
DAS
ETAPAS DA PROVA
Art.14 -
A prova será realizada em duas etapas, a primeira etapa será
objetiva,
constando de 25 questões de múltipla escolha, com o valor de 0,20 (vinte centésimos
de ponto) cada uma, perfazendo o peso total de 05 (cinco) pontos, com duração
de 3 horas.
§ 1º -
Essa etapa versará sobre legislação da Propriedade Industrial, incluídos
Convenções
e Tratados, observados pela República Federativa do Brasil, Atos
Normativos
e Regulamentares, questões relativas a patentes de invenção, modelos de utilidade,
desenhos industriais, marcas, indicações geográficas, concorrência desleal e averbação,
registro de contratos de licenciamento e transferência de tecnologia.
§ 2º -
O candidato que obtiver no mínimo 72% (setenta e dois por cento) de
acertos,
nessa primeira etapa, estará automaticamente classificado para a segunda etapa, os
demais estarão, automaticamente, desclassificados.
§ 3º -
A aprovação do candidato na primeira etapa da prova é pré-requisito
para a
sua participação na segunda etapa.
Art.15 -
Entre a primeira e a segunda etapa do Exame haverá um prazo de
pelo
menos 45 (quarenta e cinco) dias durante o qual serão publicados o resultado da primeira
etapa, o gabarito oficial e a lista dos candidatos aprovados na Revista Eletrônica
da Propriedade Industrial – RPI.
Art.16 -
Os candidatos não aprovados na primeira etapa poderão apresentar
Pedido de
Reconsideração ao Presidente da Comissão de Exame, motivadamente, para
pleitear a revisão de sua prova e/ou impugnar, parcialmente, o gabarito oficial
da primeira
etapa, no prazo de 10 (dez) dias, contado a partir da data de publicação da lista de
aprovados na Revista Eletrônica da Propriedade Industrial.
Parágrafo
Único - O Presidente da Comissão, ouvidos os demais membros da
Comissão
de Exame, decidirá os Pedidos de Reconsideração, encerrando a instância administrativa.
Art.17 -
Quando o julgamento do Pedido de Reconsideração não ocorrer em
tempo
hábil o Presidente da Comissão de Exame poderá autorizar, excepcionalmente, o
candidato a prestar a segunda etapa do exame, ficando a correção da sua prova condicionada
ao deferimento do Pedido de Reconsideração.
Art. 18 -
A segunda etapa constará de 02 (duas) questões discursivas, com
duração
de 5 horas, com valor de 2,5 (dois pontos e meio) cada uma, perfazendo um total de
05 (cinco) pontos, versando sobre patentes e marcas. Nessa etapa será permitida
a consulta à legislação sem comentários, incluindo Convenções Internacionais
e Atos Normativos e Regulamentares do INPI.
§ 1º - A
questão de patentes incluirá, necessariamente, uma redação de
reivindicações
e um requerimento ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
§ 2º - A
questão de marcas constará, necessariamente, de uma carta ao
cliente,
indicando quais as medidas a serem tomadas em determinado caso e um requerimento
ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
§ 3º - O
candidato que obtiver nessa segunda etapa, no mínimo, o grau de
60% (sessenta por cento) de acerto será considerado
aprovado.
Fonte: site do INPI - Edital 001/2009 Exame API 2009
Coexistência Harmônica entre duas marcas
Em decisão da Quarta Turma, no exame do recurso das empresas Decolar Viagens e Turismo Ltda. e Decolar.com Ltda, ficou decidido que ambas deveriam conviver harmonicamente no mercado apesar da semelhança dos nomes.
A Decolar.com fez o pedido de registro da marca na Argentina, onde atuava originalmente, e passou a operar no Brasil divulgando suas atividades de venda de passagens aéreas pela internet. Registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo, a Decolar Viagens e Turismo Ltda. ajuizou ação para impedir o uso do signo Decolar.com, argumentando que o portal na internet usa marca e denominação social idêntica à sua e exerce a mesma atividade.
No STJ, o ministro Fernando Gonçalves destacou que o registro da empresa Decolar Viagens e Turismo no INPI foi concedido sem o direito ao uso restrito dos elementos nominativos e que a marca não tem exclusividade sobre as expressões “turismo”, “viagens” e “decolar”, mas apenas da reprodução completa do nome. Ressaltou que as empresas direcionam-se a públicos distintos, apesar de oferecerem serviços parecidos, portanto, não há possibilidade de confusão ou indução do consumidor ao erro. Para o ministro, a proteção aa marca estende-se somente a produtos e serviços idênticos, semelhantes ou afins, desde que haja possibilidade de causar confusão a terceiros (Resp 773126).
Fonte: -http://brunalyraduque.blogspot.com-
A Decolar.com fez o pedido de registro da marca na Argentina, onde atuava originalmente, e passou a operar no Brasil divulgando suas atividades de venda de passagens aéreas pela internet. Registrada na Junta Comercial do Estado de São Paulo, a Decolar Viagens e Turismo Ltda. ajuizou ação para impedir o uso do signo Decolar.com, argumentando que o portal na internet usa marca e denominação social idêntica à sua e exerce a mesma atividade.
No STJ, o ministro Fernando Gonçalves destacou que o registro da empresa Decolar Viagens e Turismo no INPI foi concedido sem o direito ao uso restrito dos elementos nominativos e que a marca não tem exclusividade sobre as expressões “turismo”, “viagens” e “decolar”, mas apenas da reprodução completa do nome. Ressaltou que as empresas direcionam-se a públicos distintos, apesar de oferecerem serviços parecidos, portanto, não há possibilidade de confusão ou indução do consumidor ao erro. Para o ministro, a proteção aa marca estende-se somente a produtos e serviços idênticos, semelhantes ou afins, desde que haja possibilidade de causar confusão a terceiros (Resp 773126).
Fonte: -http://brunalyraduque.blogspot.com-
Criatividade, aplicação no dia-a-dia e os pedidos de patente no Brasil
Uma máquina de
estacionamento inteligente, que indica onde há vagas disponíveis. Um guia
multimídia que ajuda o turista a desvendar a cidade gratuitamente. Uma casa que
custa a metade do preço de mercado construída com garrafas pet. Essas são
algumas invenções potiguares que estão em fase de obtenção de registro demarca
e de patente. Elas têm algo em comum: reúnem inovação com praticidade, itens
cada vez mais desejados em tempos modernos.
Mas até que seus inventores obtenham o registro de marca e a patente definitiva de seus produtos, há um longo caminho a ser percorrido, entre adequação aos requisitos para iniciar o processo de detenção da marca ou produto (desenhos técnicos, laudos que atestem funcionalidade, etc) e investimento financeiro. Para patentes a média é de R$2,5 mil, sendo R$1,4 para a marca.
Vale lembrar que dependendo do tipo de patente, ela pode se valorizar com o passar dos anos. O registro definitivo de uma marca demora, em média, dois anos para ser publicado. No caso da patente, o tempo é ainda maior: cinco a sete anos. Resolvidos estes pontos, os inventores aguardam a análise do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Mais espera:
“São poucos especialistas para a alta demanda de pedidos de todo o país”, comenta o assessor de registro de marcas, Luiz Rodrigues. Para se ter uma ideia da procura, que cresce a cada ano, em 2007 o Instituto publicou 2.419 pedidos de patentes e em 2008 chegou a 3.681 processos deferidos. A previsão é que no ano que vem, o volume seja de 4.250 novas patentes.
“Falta material humano no INPI para dar conta dos pedidos. A função exige muita responsabilidade, ser bilíngue e outros critérios. É comum que nos concursos realizados sobrem vagas”, explica Luiz Rodrigues. O processo de patente e registro de marca geralmente é feito por empresas especializadas no assunto.
Além disso, para iniciar o processo de patente da parede de concreto com garrafas pet, o eletricista Antônio Duarte precisou da ajuda de uma arquiteta. “Ela desenhou uma planta do protótipo e teve que demonstrar a projeto em diferentes perspectivas”, diz.
A invenção alia bem-estar e respeito ao verde, começou a ser desenvolvida há dois anos. “Tive que conciliar as horas vagas do trabalho para conseguir todos os documentos e laudos necessários e iniciar o pedido de patente. O nome da parede é longo e detalhado para evitar que a ideia seja roubada”.
Isso porque a patente protege o produto de competidores que o copiem e vendam a preço inferior, uma vez que eles não arcaram com os custos da pesquisa e desenvolvimento do produto. A proteção é valiosa e imprescindível para que a invenção possa se tornar um investimento rentável.
De acordo com o assessor Luís Rodrigues, existem dois tipos de patentes: de Invenção (PI) e Modelo de Utilidade (MU). “A primeira diz respeito a algo exclusivo, e a segunda é um melhoramento consistente do que já existe no mercado”.
O registro de uma marca exige uma pesquisa prévia para evitar duplicidade de nome para empresas de um mesmo segmento. Já a patente não exige pesquisa, parte-se do pressuposto que o inventor é o idealizador do produto.
“Dada a entrada do pedido, o processo fica 18 meses em sigilo e não pode ser acessado por pesquisa. Nesse tempo, o inventor pode fazer alguma alteração no projeto”, diz o assessor de patentes, Antônio Carlos Moraes.
Fonte: -http://tribunadonorte.com.br-
Mas até que seus inventores obtenham o registro de marca e a patente definitiva de seus produtos, há um longo caminho a ser percorrido, entre adequação aos requisitos para iniciar o processo de detenção da marca ou produto (desenhos técnicos, laudos que atestem funcionalidade, etc) e investimento financeiro. Para patentes a média é de R$2,5 mil, sendo R$1,4 para a marca.
Vale lembrar que dependendo do tipo de patente, ela pode se valorizar com o passar dos anos. O registro definitivo de uma marca demora, em média, dois anos para ser publicado. No caso da patente, o tempo é ainda maior: cinco a sete anos. Resolvidos estes pontos, os inventores aguardam a análise do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Mais espera:
“São poucos especialistas para a alta demanda de pedidos de todo o país”, comenta o assessor de registro de marcas, Luiz Rodrigues. Para se ter uma ideia da procura, que cresce a cada ano, em 2007 o Instituto publicou 2.419 pedidos de patentes e em 2008 chegou a 3.681 processos deferidos. A previsão é que no ano que vem, o volume seja de 4.250 novas patentes.
“Falta material humano no INPI para dar conta dos pedidos. A função exige muita responsabilidade, ser bilíngue e outros critérios. É comum que nos concursos realizados sobrem vagas”, explica Luiz Rodrigues. O processo de patente e registro de marca geralmente é feito por empresas especializadas no assunto.
Além disso, para iniciar o processo de patente da parede de concreto com garrafas pet, o eletricista Antônio Duarte precisou da ajuda de uma arquiteta. “Ela desenhou uma planta do protótipo e teve que demonstrar a projeto em diferentes perspectivas”, diz.
A invenção alia bem-estar e respeito ao verde, começou a ser desenvolvida há dois anos. “Tive que conciliar as horas vagas do trabalho para conseguir todos os documentos e laudos necessários e iniciar o pedido de patente. O nome da parede é longo e detalhado para evitar que a ideia seja roubada”.
Isso porque a patente protege o produto de competidores que o copiem e vendam a preço inferior, uma vez que eles não arcaram com os custos da pesquisa e desenvolvimento do produto. A proteção é valiosa e imprescindível para que a invenção possa se tornar um investimento rentável.
De acordo com o assessor Luís Rodrigues, existem dois tipos de patentes: de Invenção (PI) e Modelo de Utilidade (MU). “A primeira diz respeito a algo exclusivo, e a segunda é um melhoramento consistente do que já existe no mercado”.
O registro de uma marca exige uma pesquisa prévia para evitar duplicidade de nome para empresas de um mesmo segmento. Já a patente não exige pesquisa, parte-se do pressuposto que o inventor é o idealizador do produto.
“Dada a entrada do pedido, o processo fica 18 meses em sigilo e não pode ser acessado por pesquisa. Nesse tempo, o inventor pode fazer alguma alteração no projeto”, diz o assessor de patentes, Antônio Carlos Moraes.
Fonte: -http://tribunadonorte.com.br-
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