terça-feira, 5 de janeiro de 2010

X Conferência Anpei - 26/04/2010 - Cooperação para a inovação sustentável

Cooperação para a inovação sustentável é o tema escolhido da X Conferência Anpei (Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras), marcada na cidade de Curitiba no período de 26 a 28 de abril de 2010, na sede da FIEP, Federação das Indústrias do Estado do Paraná. 
A X Conferência contará com a apresentação de casos de sucesso em inovação. 
As inscrições já estão abertas. A proposta de apresentação e o resumo do caso de sucesso devem ser enviados até 15 de fevereiro para o email anpei@anpei.org.br. 
Os resumos serão avaliados por comitê técnico com base nos seguintes critérios: clareza e pertinência da apresentação ao tema proposto, impacto econômico-ambiental e contribuição para a prática empresarial de gestão de pesquisa, desenvolvimento e inovação.
Fonte: -http://www.inova.unicamp.br-

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Marcas fortes também são eliminadas - Decisões que envolvem bilhões de Reais

O Banco Real construiu, ao longo dos anos, uma imagem particularmente ligada a ações de sustentabilidade. O Santander ficou com o Real quando comprou o holandês ABN, em 2007. Mesmo com seu gigantismo global, o Santander nunca conseguiu superar a marca Real no Brasil, que permaneceu mais valiosa no País. Ainda assim, por conta de uma diretriz global, a marca Santander vai continuar e a Real será arquivada.
“É possível, sim, transferir todo o ‘significado’, os valores do Real e os atributos associados a ele para a nova marca”, afirma Fernando Martins, diretor-executivo de estratégia da marca e comunicação corporativa Santander Brasil. “Isso não é automático. Não existe uma fórmula, mas é possível”.
Trocar fachadas já daria um suador e tanto, mas o trabalho começa bem antes disso. É preciso unificar sistemas, transferir os clientes para a base de uma única instituição, afinar a comunicação com a freguesia que chega – para não perder clientes nessa transição – e também transmitir os pontos positivos dessa mudança para o mercado. Só em publicidade, o orçamento do Santander para 2010 é de R$ 160 milhões.
O Banco do Brasil comprou a Nossa Caixa há pouco mais de um ano por R$ 5,4 bilhões. Oficialmente, o destino da marca ainda depende de um estudo interno, que deve ser concluído até o fim do ano. A unificação da roupagem, porém, é considerada como fato a ser consumado no primeiro semestre de 2010. A rede de caixas de auto-atendimento já é uma só desde março.
“O caso de Banco do Brasil e Nossa Caixa era mais previsível”, diz Júlio Moreira, professor da pós-graduação em comunicação com o mercado da ESPM. “É natural o fim da marca Nossa Caixa por se tratar de um banco regional. Mesmo forte em São Paulo, ele não ganharia força em âmbito nacional”.
Marcas vêm e vão, dizem os especialistas. Os bilhões de reais em ativos e recursos sob administração não garantiram a eternidade das marcas Unibanco, Real e Nossa Caixa, o que também não significa que, no lado oposto, marcas ainda mais potentes não possam surgir em breve. Há mais de um século sabe-se o que é Coca-Cola, mas, há pouco mais de uma década, Google soava apenas como um trava-língua.

Fonte:-http://ultimosegundo.ig.com.br/perspectivas2010/2009-

Inovasoft abre edital para projetos de TIC



O Inovasoft abriu edital para seleção de projetos voltados à pesquisa e desenvolvimento em soluções na área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) em parceria com a Unicamp. O Inovasoft é um laboratório de inovação em software administrado pela Agência de Inovação Inova Unicamp desde 2006, que abriga projetos de desenvolvimento colaborativo universidade-empresa na área de TIC. O edital, que é contínuo até novembro de 2010, segue na segunda fase de captação de projetos, onde propostas podem ser encaminhadas até o dia 31 de março de 2010.

Segundo o professor Roberto Lotufo “O modelo Inovasoft é uma experiência que permite verificarmos o interesse de empresas para este tipo de empreendimento. O objetivo é criar um ambiente de inovação dentro da Universidade, que busca, de um lado, apoiar e incentivar as empresas brasileiras em seu investimento em pesquisa; de outro, trazer linhas de pesquisa cada vez mais interessantes para a universidade. Permite, também, testar um modelo de gestão para o futuro Polo.”

O Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp é uma área no campus da universidade para a localização de laboratórios de inovação e outras instalações dedicadas a abrigar competências científicas e tecnológicas voltadas para o desenvolvimento e execução de projetos de pesquisa colaborativa e de pesquisa, desenvolvimento e inovação em parceria e financiados por empresas e outras instituições públicas e privadas inovadoras. Parte do projeto do Polo é financiada pelo Governo do Estado de São Paulo por meio de convênios com a Unicamp, que estabelecem a construção do prédio do núcleo do Polo e a realização de Projetos Urbanístico e Executivos e de estudo da ciência, tecnologia e inovação da Região de Campinas, que já estão em andamento.

Para conhecer mais sobre o Inovasoft e ver o edital completo acesse o link:http://www.inova.unicamp.br/inovasoft

Fonte: -http://www.inova.unicamp.br/site/06/newsletter-

domingo, 3 de janeiro de 2010

No vaivém das marcas, três de bancos sumirão em 2010 - Unibanco, Real e Nossa Caixa


Ao longo de 2010, as marcas de três dos maiores bancos do País sairão de cena. O azul do Unibanco, o verde do Real e o vermelho da Nossa Caixa serão engolidos por seus novos controladores – respectivamente, Itaú, Santander e Banco do Brasil. Todo ano, marcas vêm e vão. O desaparecimento simultâneo dos nomes de três das maiores instituições financeiras do País mostra que mesmo os bilhões de reais em ativos e recursos sob administração não garantem a eternidade.
O Itaú-Unibanco não tem falado abertamente sobre o cronograma de extinção das agências com a fachada do Unibanco, mas a instituição já informou que esse processo ocorrerá ao longo do próximo ano. Nos comerciais, a cor laranja do Itaú tem predominado e os bonequinhos animados saíram de cena há tempos, dando espaço a pessoas reais. Não será, no entanto, um sumiço qualquer. Afinal de contas, o banco tem mil agências e 85 anos de vida. Como se trata de uma das marcas mais valiosas do País – e não apenas do setor financeiro –, esse sepultamento ganha ainda mais parcimônia, num processo lento.
Segundo pesquisa divulgada em maio pela consultoria BrandAnalytics / Millward Brown, a marca Unibanco valia R$ 1,7 bilhão no momento da
fusão, o que a deixava no lustroso nono lugar entre as marcas mais valiosas do País – a marca Itaú, na mesma pesquisa, apareceu na vice-liderança, avaliada em R$ 9,9 bilhões. Itaú e Unibanco anunciaram a união de suas operações em novembro de 2008.
Se uma marca como essa vale tanto, é de se perguntar: fazê-la desaparecer significa jogar dinheiro fora? “Não tem como afirmar que não há perdas, pois sempre há”, diz José Roberto Martins, administrador da GlobalBrands Consultoria  e professor em ciências da comunicação da
USP. “Mas um bom processo de transição ameniza a eliminação de uma marca”. Ainda assim, a decisão do novo grupo de trabalhar com uma única marca faz sentido, afirma Martins. “A marca Itaú se sobressai em relação à marca Unibanco”.
Fonte: -http://ultimosegundo.ig.com.br/perspectivas2010/2009-

Novo processo permite diminuição da sobretensão de Linhas de Transmissão Compensadas e recomposição mais rápida do sistema

Oportunidade de Mercado

O Brasil, devido à sua grande extensão territorial e pelo fato de as usinas geradoras estarem usualmente afastadas dos grandes centros consumidores, possui uma rede de transmissão vasta, atingindo quase 74.000 km. Devido à expansão do consumo de energia elétrica no país, cuja previsão é de 5,5% ao ano até 2017, segundo a Empresa de Pesquisa Energética, a demanda pela construção de novas linhas e subestações deve crescer no mesmo ritmo.

Estado da Arte

O fenômeno físico responsável pelas sobretensões de manobra em Linha de Transmissão é a propagação das ondas eletromagnéticas ao longo das linhas. Os efeitos negativos causados por essas sobretensões podem ser consideravelmente reduzidos controlando-se a abertura e o fechamento dos contatos dos disjuntores de forma que a manobra seja realizada em um instante ótimo pré-determinado, tomando-se como referência as tensões nos disjuntores. Quando a tensão se torna muito alta ou durante a ocorrência de faltas, disjuntores desligam a linha de transmissão. Caso o religamento não seja feito no tempo e de forma correta, as sobretensões no sistema podem se tornar muito elevadas, podendo ocasionar defeitos em cascata.

Inovação Unicamp
A tecnologia da Unicamp trata de um procedimento que permite a redução das sobretensões resultantes da manobra de religamento trifásico de linhas de transmissão com ou sem compensação reativa. Tal procedimento é capaz de identificar a região ótima com antecedência e religar o sistema dentro deste intervalo de tempo, ocasionando sobretensões muito menores no restante do sistema elétrico e restaurando o sistema num tempo muito mais curto.
O próximo passo será incorporar o processo desenvolvido pelas pesquisadoras em um sistema de controle e proteção, para que possa ser testado em linhas de transmissão. Os testes preliminares serão executados através de simulações realizadas no PSCAD/EMTDC. A Inova Unicamp procura uma empresa parceira que se interesse em desenvolver a tecnologia e colocá-la no mercado.

Principais vantagens

Menor custo de implementação. Em relação aos resistores de pré-inserção, técnica comumente utilizada para resolver o problema, o processo desenvolvido na Unicamp é incluído no controlador do relé e, portanto, tem menor custo de implementação e manutenção.
Menor sobretensão e mais rapidez na restauração do sistema. Outros métodos comumente utilizados não são capazes de identificar as primeiras regiões de mínimo, produzindo sobretensões muito maiores. 

Fonte: -http://www.inova.unicamp.br-