terça-feira, 11 de maio de 2010

AgBook é destaque em matéria do jornal Giro, em Ribeirão Preto


A divulgação da ferramenta foi feita na tradicional Biblioteca Padre Euclides, onde funcionários da AlphaGraphics, empresa responsável por toda a organização do projeto e pela impressão dos livros, juntaram-se a profissionais da Cultura, como Maria Ester Souza, presidente da Casa do Poeta e Cristiane Bezerra, secretária da Cultura, para expor as principais ideias e propostas do agBook.
O agBook é uma empresa de auto-publicação gratuita para o autor que tem como principal objetivo apoiar novos escritores brasileiros e ainda oferecer todas as técnicas para que o autor não somente publique o seu livro como também o promova de maneira eficiente.
Em nota o jornal diz que a ferramenta foi lançada para facilitar a publicação de livros de autores de vários gêneros literários. A ideia do Agbook é enviar os textos editados pela web, permitindo impressões mais econômicas e sob demanda.
Em forma regimental, foram enviados votos de congratulações e sucesso à Blanche Ricci, consultora gráfica da empresa AlphaGraphics em Ribeirão Preto. Parabenizando pelo sucesso do projeto e lançamento do agBook.
Fonte:http://www.alphagraphics.com.br

Seminário sobre a Lei Americana de Patentes em Florianópolis na UFSC dia 12/05, das 10 as 16:30h, no Auditório "Teixerão"

Está tudo confirmado para o Seminário sobre a Lei Americana de Patentes em Florianópolis na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com o Advogado americano Brian Pangrle, JD, PhD. Será amanhã dia 12/05, das 10 as 16:30h, no Auditório "Teixerão" em inglês com tradutor.
Confirmem sua presença no e-mail: paula.ferreira1@yahoo.com.br
Aguardamos vocês todos lá!
Um grande abraço,
Paula Ferreira

Nesta biblioteca só tem garrafa


Primeiro sal, depois limão, depois tequila. Ou é tequila, sal e limão? Ou limão...? Ritual botequeiro à parte, a bebida acaba de ganhar um museu-biblioteca-clube em Nova York, Ou será biblioteca-clube-museu? Ou clube...?


Tequiloteca. Ao pedir uma dose, pergunte antes o preço: um 'shot' pode custar US$ 175.
Clássicos de Shakespeare, Edgar Allan Poe e Walt Whitman dão lugar a Don Julio, Sauza, Patrón, Jose Cuervo, entre outras celebridades cultuadas na mais nova biblioteca de Nova York, La Biblioteca de Tequila.
Aberta há duas semanas no andar de baixo do restaurante Zengo, ela pertence ao chef e restaurateur mexicano Richard Sandoval, dono de mais de uma dezena de casas espalhadas pelos Estados Unidos.
O espaço é decorado com luminárias antigas, lustres em forma de pequenos abajures e sofás Chesterfield - aqueles clássicos das bibliotecas inglesas com estofados capitonê e os braços na altura do encosto. Mas a sobriedade do ambiente é quebrada pela trilha sonora, que ecoa rock dos anos 90.
As prateleiras exibem uma coleção de tequilas - só merece o nome o destilado de agave azul produzido em cinco regiões do México, as que fazem parte da Denominação de Origem. Ao todo encontram-se ali 350 garrafas da aguardente mexicana em todas suas categorias: tequila branca, repousada, envelhecida e extraenvelhecida, além dos mezcais (feitos de agave de diversos tipos).
Existem ainda versões aromatizadas e as chamadas tequilas mistas, que levam outros destilados, mas mantendo 51% de agave azul, conforme regulamentação do Conselho Regulador da Tequila, CRT.
O lugar funciona como uma espécie de clube. E para conseguir a carteirinha de sócio é preciso comprar pelo menos uma garrafa - os preços vão de US$ 70 (caso da repousada Hijos de Villa, que tem um formato de pistola) a US$ 2.500, caso da 1800 Colección 2000 "Solo Luz", extraenvelhecida. Convertendo, custam entre R$ 120 e R$ 4.400.
Quem cuida do cadastro dos sócios é Courtenay Greenleaf, que anota na carteirinha o nome da garrafa e a data da aquisição. A garrafa fica guardada ali, e para tomar uma dose é preciso apresentar a carteirinha.
Ninguém está autorizado a levar a bebida para casa. "As pessoas se sentem especiais tendo a própria carteirinha e garrafa", diz Courtenav.
Ninguém é obrigado a ficar sócio para poder provar as diferentes tequilas. É possível sentar ali e pedir shots, que custam a partir de US$ 8, como a Don Nacho branca.
Quem preferir drinques feitos com a tequila em vez da bebida pura, também encontra opções ali, especialmente margaritas. Para acompanhar, há tacos, entre outras especialidades da culinária mexicana.
Às terças-feiras há degustações temáticas da bebida. Por US$ 15, o aprendiz tem direito a três shots da marca escolhida da semana (o preço pode mudar conforme o valor cobrado pelas garrafas provadas) e ainda aprende o processo de produção, a partir de explicações de um representante do produtor da bebida.
"Queremos mostrar às pessoas que assim como acontece com o vinho, o sabor e o aroma da tequila também são influenciados pelo terroir e pelo modo como ela é produzida", explica Courtenay, que prefere não ser chamada de sommelière de tequila até conseguir sua certificação oficial emitida pelo órgão mexicano CRT.
E se há uma coisa que você não vai encontrar nesta biblioteca são livros - nem sobre a tequila.
ONDE FICA
La Biblioteca de Tequila
622 Third Avenue (esquina com 40th Street), Nova York, 00/xx/1/212/808-8110
Fonte: http://www.estadao.com.br

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Fim da patente do Viagra deve influenciar outros 30 remédios

O fim da patente do Viagra, aprovado nesta quarta-feira (28) pelo STJ (Supremo Tribunal de Justiça), vai influenciar o julgamento dos prazos das patentes de pelo menos outros 30 medicamentos no Brasil. No alvo do Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e que foi decisivo para não prorrogar a patente do Viagra, estão medicamentos que tratam doenças como câncer, diabetes, hipertensão, leucemia. Ou seja, é provável que sejam lançados genéricos para esses produtos em breve.

De acordo com o órgão, há 30 ações tramitando no STJ que tratam de empresas que desejam estender a patente de seus remédios, algo a que o Inpi se opõe. No Tribunal Regional Federal da 2ª Região há oito processos sobre o assunto. O procurador-geral do Inpi, Mauro Maia, disse ao R7 que o objetivo da instituição é fazer com que os laboratórios “cumpram a lei com exatidão”.
– Estamos lutando para que os laboratórios cumpram as patentes na data estabelecida pelo Inpi. No nosso entender, se você estende a patente, prejudica a livre concorrência, já que os medicamentos genéricos não podem ser comercializados. E se não há genéricos, o preço não cai e a população fica privada do acesso a esses produtos.
Pela legislação brasileira, as empresas podem explorar um medicamento no mercado por 20 anos. No caso da briga do Viagra, o que estava em jogo era saber qual patente era válida, ou seja, a partir de quando essas duas décadas começariam a contar. A primeira patente do Viagra foi registrada em 20 de junho de 1990, na Inglaterra. No entanto, a Pfizer recorreu à Justiça por considerar uma outra data, junho de 1991, data em que o registro do Viagra, segundo o laboratório, foi de fato validado no Reino Unido. O STJ entendeu que o que vale mesmo é a primeira.
Em nota, a Pfizer diz que “acata, mas respeitosamente discorda da decisão do Tribunal”. Segundo a companhia, a patente é uma garantia para a empresa de que os investimentos financeiros feitos no desenvolvimento do remédio terão retorno.
– A companhia defende o prazo da validade da patente como forma de garantir o retorno do investimento realizado para o desenvolvimento do produto em questão e de outros em estudo, que culminam em novos medicamentos no futuro.
Na fila está um outro medicamento da Pfizer, o Lípitor, usado para o controle do colesterol. O laboratório Pfizer já ganhou uma decisão no Tribunal Regional Federal, que concedeu o prazo de patente que cobre a atorvastatina (principio ativo do Lípitor), para 28 de dezembro de 2010. O Inpi já havia entrado com ação contra a extensão do prazo, alegando que deveria ser expirado em 29 de julho de 2009. Mas, assim como aconteceu com o Viagra, o Inpi espera reverter a decisão referente ao Lípitor na Justiça.
Tanto o Viagra como Lípitor estão entre os 20 medicamentos com maior faturamento no Brasil. Segundo a Pró Genéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos), o Viagra vendeu mais de 2,9 milhões de unidades e faturou mais de R$ 160 milhões somente no Brasil, em 2008. No mesmo ano, o Lípitor vendeu mais de 1,3 milhão de unidades, faturando mais de R$ 136 milhões.
Outros medicamentos na mira do Inpi são o Diovan, do laboratório Novartis, usado no combate à hipertensão, e o Singulair, da Merck Sharp & Dohme, usado por pacientes com problemas respiratórios.
De acordo com Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), quem ganha com essa decisão do STJ são os consumidores, já que “os preços dos medicamentos caem pelo menos 40%” com os genéricos na disputa. Barreto diz que o próprio laboratório do remédio de referência, no caso a Pfizer, terá de fazer promoções para seu produto.
- Quando a patente cai e a empresa tem que dividir o mercado, ela geralmente baixa o preço de seus produtos para tentar acompanhar a concorrência dos genéricos. Apesar disso, sempre ocorre uma grande queda na venda.
Quanto aos medicamentos considerados concorrentes do Viagra, como o Levitra, da Bayer, e o Cialis, da Eli Lilly, Barreto diz que o fim da patente do Viagra não afetará a venda desses produtos.
- São remédios diferentes, com um posicionamento distinto, até mesmo com outro tipo de ação. Não prevejo grande impacto nesses produtos. O que vai afetar mesmo é a venda do Viagra.
Fonte: http://www.fsm.edu.br/?p=3975

domingo, 9 de maio de 2010

Favaios conquista ouro em Itália


O Vinitaly em Verona, Itália, volta a galardoar os moscatéis da Adega de Favaios com o ouro, bronze e menções especiais numa competição que teve lugar no salão Vinalty, em Abril.
O Moscatel de Favaios 1980, reconhecido pelos especialistas internacionais como fruto de uma colheita de qualidade excepcional, em que os melhores lotes são colocados a envelhecer em tonéis de madeiras de castanho, recebe mais uma medalha na categoria “Vinhos Licorosos com Denominação de Origem e Indicação Geográfica”.
O Moscatel 10 Anos foi premiado com a Medalha de Bronze na mesma competição e o Moscatel de Favaios recebeu ainda uma menção especial para “Uma produção superior a 1.500.000 garrafas.” Interessa reter que nesta categoria apenas foram atribuídas apenas quatro medalhas (a Adega de Favaios recebeu duas) e entre as menções especiais é distinguida a escolha dos portugueses galardoando (entre outros) o Moscatel de Favaios.
Em competição estavam mais de 40 mil marcas internacionais, num certame que contou com a presença de 152 mil visitantes e 2500 jornalistas.
De referir que cerca de 15% da produção anual da Adega de Favaios, que ultrapassa os seis mil milhões de litros, é destinada ao consumo internacional. Estes números ficam a dever-se à divulgação permanente das marcas da Adega Cooperativa de Favaios pelos cinco continentes.
Fonte: http://www.hipersuper.pt/2010/04/29/favaios-conquista-ouro-em-italia/