sexta-feira, 30 de abril de 2010

Empresa Mahindra indiana poderá usar o logo da Renault até o fim desse ano.

A Renault irá por fim à «joint-venture» que estabelecera com a empresa Mahindra&Mahindra para a produção e comercialização do Logan no mercado indiano, uma medida que tem por base a quebra nas vendas do modelo.

Segundo as duas marcas em comunicado, a empresa indiana deverá adquirir os 49% da «joit-venture» detidos pela Renault, contudo o construtor francês não se desvinculará, totalmente, da Mahindra, pois continuará a apoiar a marca indiana através de um licenciamento de cinco anos do Logan, bem como no fornecimento de peças e de componentes chave, incluindo o motor e a transmissão.

De acordo com o mesmo comunicado, a Mahindra passará a deter a completa propriedade do Logan, mas com direitos limitados no que respeita à realização de alterações, podendo utilizar o logo da Renault até ao final deste ano.

À parte deste anúncio, as marcas tornaram público que o modelo em questão será encurtado para menos de quatro metros, um dos factores apontados para o seu insucesso.

Fonte: http://www.autohoje.com

quinta-feira, 29 de abril de 2010

TV Globo aluga nomes de programas

A Globo abriu uma nova frente de licenciamento de produtos: a rede agora está licenciando o nome de alguns dos seus programas para serem utilizados em campanhas publicitárias de terceiros. O novo tipo de ação, que começou com o Big Brother Brasil batizando uma promoção de eletrodomésticos do Ponto Frio, deu mais um passo ao licenciar o título Tela Quente (sessão de filmes do canal) para uma venda de televisores LCD. Entre as marcas que estão na mira de anunciantes estão Temperatura Máxima e Mais Você. O licenciamento desses títulos passa por análise do conteúdo da campanha antes de ser liberado pela emissora.
Fonte: http://www.estadao.com.br

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Associação de Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha busca Indicação Geográfica

A recém criada Associação de Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha busca Indicação Geográfica, a exemplo do Vale dos Vinhedos, pioneiro na conquista. Com 13 vinícolas associadas, a entidade está focada na elaboração de vinhos finos. Toda produção de uva da região é destinada a este produto, sendo que 15% da uva produzida no Brasil para esta finalidade é cultivada na Campanha Gaúcha.
Fonte: http://www.vinotech.com.br/noticias.php?id_noticias=69

terça-feira, 27 de abril de 2010

Indicação Geográfica agrega mais valor ao cacau da Bahia. São inúmeras as vantagens de proteção e promoção do cacau com registro no INPI.


As etapas para a coleta de documentos que permitam o registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) do processo
de definição de Indicação Geográfica (IG) do cacau foram estipuladas na quarta-feira, 14, no Sindicato Rural de Ilhéus. Em reunião,
com a participação de representantes da Ceplac, Sebrae, Uesc, Instituto Cabruca, Associação dos Produtores de Cacau (APC) e do
sindicato, o consultor do Sebrae nacional Fernando Schwanke, discorreu sobre as fases do projeto.
Com a expectativa de registro no INPI, entre oito meses e um ano, o consultor destacou que tudo depende da modalidade de
Indicação Geográfica que se deseja: Indicação de Procedência ou Denominação de Origem.
No primeiro caso, se leva em conta o nome geográfico (País, Cidade, Região, Localidade) reconhecido pela produção, fabricação ou
extração de determinado produto ou serviço. No outro, o nome geográfico que identifica produto ou serviço dotado de características
devidas, exclusivamente, ao meio geográfico, ou seja, fatores naturais e humanos.
Com a experiência de consultoria em projetos de Indicação Geográfica da carne do Pampa Gaúcho e couro do Vale dos Sinos, no
Rio Grande do Sul, Schwanke afirma que no caso especifico do cacau será preciso um diagnóstico. “A idéia é proteger o cacau em
amêndoa, líquor e chocolate, agregar valor à marca e qualificar as boas práticas, o que inclui pós-colheita e beneficiamento para
emissão de Selo de Origem pelo qual passará a ser reconhecido”, disse.
Para o coordenador regional da Unidade 4 – Ilhéus, do Sebrae, Renato Lisboa, são inúmeras as vantagens de proteção e promoção
do cacau com a Indicação Geográfica, já que o processo conterá normas para manejo da lavoura, incluindo seleção de frutos, fases
de fermentação e secagem das amêndoas e processamento do chocolate. “Vamos definir um tipo de produto da Região Cacaueira
baiana com características singulares como se deu com o champanhe francês”, exemplificou.
O chefe do Centro de Pesquisas do Cacau e representante da Ceplac no encontro, Adonias de Castro Filho, endossa as palavras de
Lisboa e acrescenta: “O cacau que produzirmos será diferenciado, conterá aspectos da história, cultura e características únicas”.
O projeto teve início em setembro do ano passado. Conta com o apoio da Superintendência Federal de Agricultura (SFA/BA), EBDA,
Ceplac, Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária da Bahia, Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Sebrae,
Associação dos Produtores de Cacau (APC) e Cooperativa de Produtores Orgânicos do Sul da Bahia (Cabruca).
Fonte: http://www.ba.agenciasebrae.com.br/

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Livro: Exercícios de Propriedade Industrial é um dos mais vendidos da agBook.com


AlphaGraphics no Brasil Econômico

A AlphaGraphics teve matéria de destaque na edição de 19 de abril de 2010 no jornal Brasil Econômico.
Alguns dos livros mais vendidos pela Agbook.com.br foram apresentados e o livro "Exercícios de Propriedade Industrial" apareceu na matéria.


Em entrevista de mais de duas horas concedida ao jornal, Rodrigo Abreu - vice-presidente da rede - falou sobre a entrada de novas divisões na empresa, como a marca de impressos de luxo The Wren Press, estratégias para expansão, uso novas tecnologias e serviços que estão transformando a rede em uma gestora de produtos focada em inovação e do projeto de livros sob demanda, que é promessa de bons negócios.


Confira a matéria completa aqui. 
http://www.mkt-alphagraphics.com.br/agmkt//Brasil_Economico_19_04_2010.pdf