A Globo abriu uma nova frente de licenciamento de produtos: a rede agora está licenciando o nome de alguns dos seus programas para serem utilizados em campanhas publicitárias de terceiros. O novo tipo de ação, que começou com o Big Brother Brasil batizando uma promoção de eletrodomésticos do Ponto Frio, deu mais um passo ao licenciar o título Tela Quente (sessão de filmes do canal) para uma venda de televisores LCD. Entre as marcas que estão na mira de anunciantes estão Temperatura Máxima e Mais Você. O licenciamento desses títulos passa por análise do conteúdo da campanha antes de ser liberado pela emissora.
Fonte: http://www.estadao.com.br
Notícias, cursos, jurisprudência e como registrar sua marca ou sua patente de invenção
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Associação de Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha busca Indicação Geográfica
A recém criada Associação de Produtores de Vinhos Finos da Campanha Gaúcha busca Indicação Geográfica, a exemplo do Vale dos Vinhedos, pioneiro na conquista. Com 13 vinícolas associadas, a entidade está focada na elaboração de vinhos finos. Toda produção de uva da região é destinada a este produto, sendo que 15% da uva produzida no Brasil para esta finalidade é cultivada na Campanha Gaúcha.
Fonte: http://www.vinotech.com.br/noticias.php?id_noticias=69
Fonte: http://www.vinotech.com.br/noticias.php?id_noticias=69
terça-feira, 27 de abril de 2010
Indicação Geográfica agrega mais valor ao cacau da Bahia. São inúmeras as vantagens de proteção e promoção do cacau com registro no INPI.
As etapas para a coleta de documentos que permitam o registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) do processo
de definição de Indicação Geográfica (IG) do cacau foram estipuladas na quarta-feira, 14, no Sindicato Rural de Ilhéus. Em reunião,
com a participação de representantes da Ceplac, Sebrae, Uesc, Instituto Cabruca, Associação dos Produtores de Cacau (APC) e do
sindicato, o consultor do Sebrae nacional Fernando Schwanke, discorreu sobre as fases do projeto.
Com a expectativa de registro no INPI, entre oito meses e um ano, o consultor destacou que tudo depende da modalidade de
Indicação Geográfica que se deseja: Indicação de Procedência ou Denominação de Origem.
No primeiro caso, se leva em conta o nome geográfico (País, Cidade, Região, Localidade) reconhecido pela produção, fabricação ou
extração de determinado produto ou serviço. No outro, o nome geográfico que identifica produto ou serviço dotado de características
devidas, exclusivamente, ao meio geográfico, ou seja, fatores naturais e humanos.
Com a experiência de consultoria em projetos de Indicação Geográfica da carne do Pampa Gaúcho e couro do Vale dos Sinos, no
Rio Grande do Sul, Schwanke afirma que no caso especifico do cacau será preciso um diagnóstico. “A idéia é proteger o cacau em
amêndoa, líquor e chocolate, agregar valor à marca e qualificar as boas práticas, o que inclui pós-colheita e beneficiamento para
emissão de Selo de Origem pelo qual passará a ser reconhecido”, disse.
Para o coordenador regional da Unidade 4 – Ilhéus, do Sebrae, Renato Lisboa, são inúmeras as vantagens de proteção e promoção
do cacau com a Indicação Geográfica, já que o processo conterá normas para manejo da lavoura, incluindo seleção de frutos, fases
de fermentação e secagem das amêndoas e processamento do chocolate. “Vamos definir um tipo de produto da Região Cacaueira
baiana com características singulares como se deu com o champanhe francês”, exemplificou.
O chefe do Centro de Pesquisas do Cacau e representante da Ceplac no encontro, Adonias de Castro Filho, endossa as palavras de
Lisboa e acrescenta: “O cacau que produzirmos será diferenciado, conterá aspectos da história, cultura e características únicas”.
O projeto teve início em setembro do ano passado. Conta com o apoio da Superintendência Federal de Agricultura (SFA/BA), EBDA,
Ceplac, Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária da Bahia, Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Sebrae,
Associação dos Produtores de Cacau (APC) e Cooperativa de Produtores Orgânicos do Sul da Bahia (Cabruca).
Fonte: http://www.ba.agenciasebrae.com.br/
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Livro: Exercícios de Propriedade Industrial é um dos mais vendidos da agBook.com
AlphaGraphics no Brasil Econômico
A AlphaGraphics teve matéria de destaque na edição de 19 de abril de 2010 no jornal Brasil Econômico.
Alguns dos livros mais vendidos pela Agbook.com.br foram apresentados e o livro "Exercícios de Propriedade Industrial" apareceu na matéria.
Em entrevista de mais de duas horas concedida ao jornal, Rodrigo Abreu - vice-presidente da rede - falou sobre a entrada de novas divisões na empresa, como a marca de impressos de luxo The Wren Press, estratégias para expansão, uso novas tecnologias e serviços que estão transformando a rede em uma gestora de produtos focada em inovação e do projeto de livros sob demanda, que é promessa de bons negócios.
Confira a matéria completa aqui.
http://www.mkt-alphagraphics.com.br/agmkt//Brasil_Economico_19_04_2010.pdf
Conferência nacional sobre Propriedade Intelectual realiza-se em Junho
Luanda - Uma conferência Nacional sobre a Propriedade Intelectual, (CNPI), realiza-se, de 28 de Junho a dois de Julho, em Luanda, em alusão ao dia Mundial da Propriedade Intelectual (PI), que se assinala a 26 deste mês.
Segundo o director geral do Instituto Angolano da Propriedade Intelectual, Barros Bebiano Licença, o evento tem como objectivo promover um debate nacional sobre a PI, sua importância e utilidade no actual contexto do desenvolvimento económico do país, e obter contribuições sobre questões que se colocam na outorga e protecção dos direitos da PI.
O encontro vai analisar temas relacionados com a "Pirataria das obras- vias e meios de os combater", "Interface da propriedade intelectual com o direito do consumidor", "Caracterização dos direitos do autor e conexos","Contratação das marcas", "As necessidades prioritárias ligadas aos acordos de direitos de propriedade intelectual relativos ao comércio.
Organizado pelos institutos angolanos da Propriedade Industrial e de Defesa do Consumidor, e pelas direcções nacionais dos Direitos Autorais e Conexos, Alfândegas, e a Polícia de Inspecção e Investigação das Actividades Económicas, o evento vai contar com as experiências de países como Portugal, Brasil, e Moçambique.
A fonte referiu que a conferência, em preparação, será um espaço para debate público durante o qual operadores, agentes da PI, e a sociedade política vão reflectir sobre as medidas a adoptar no sentido de fortalecer o sistema nacional da PI, nomeadamente, funcionamento interno de cada instituição, integrante no sistema, atendimento dos cidadão e empresas.
Explicou que define-se como propriedade intelectual o conjunto de direitos que compreende as patentes de invenção, os modelos de utilidade, os desenhos ou modelos industriais, as marcas de fábrica, comércio e serviço, o nome comercial e as indicações de proveniência ou denominações de origem, bem como a repressão da concorrência desleal.
Participarão no encontro parlamentares, magistrados, governantes, operadores económicos, industriais académicos, sociedade civil, associações profissionais, juristas entre outros.
Entretanto, a par deste evento, Barros Licença adiantou que, no âmbito da preparação da referida conferência, as instituições nacionais operadoras da propriedade intelectual realizam de 23 de Abril a 23 de Junho, nas províncias de Luanda, Benguela, Cabinda e Cunene seminários sobre o Sistema Nacional da Propriedade Intelectual.
Nestes encontros vão ser discutidos temas relativos ao "Sistema nacional da PI", "O papel dos principais operadores nacionais da PI", "Agentes, industriais, comerciantes advogados, tribunais e será feita uma caracterização das actividades destes sectores.
Os eventos serão dirigidos a políticos, artistas e criadores, estudantes, agricultores, e comunidade científica.
Fonte: http://www.portalangop.co.ao
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