terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Avanços da Medicina - Mapeamento Genético


Com o mapeamento genético, os médicos podem descobrir as doenças que podem se manifestar e receitar o tratamento adequado. Clique no link abaixo e veja o vídeo.
Fonte - Mídia Televisiva: Emissora: Jornal da Band (Tv Bandeirantes)



segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A biologia sintética criará a vida artificial?

De acordo com o controverso cientista Craig Venter, a vida artificial será criada dentro de quatro meses. Venter, que trabalhou em um projeto privado para realizar o sequenciamento do genoma humano, afirma que sua nova empreitada deve funcionar, e ele e sua equipe devem ter a primeira espécie sintética até o fim do ano. Venter trabalha em projetos com este objetivo há mais de uma década, e já trabalha em projetos para utilizar a biologia sintética para criar bactérias que transformam carvão em gás natural mais ecológico, além de algas que absorvem dióxido de carbono para transformá-lo em combustível à base de hidrocarbonetos.
Fonte: Mídia Eletrônica: Portal Acessa -http://www.acessapassos.com.br/-

domingo, 24 de janeiro de 2010

Estudo pode estender sobrevida de pacientes com câncer de mama


Os resultados de um estudo internacional fase III, chamado RIBBON 2, apresentados durante o 32º Simpósio Anual de Câncer de Mama, em San Antonio, nos EUA,mostram que as mulheres tratadas com Bevacizumabe combinado à quimioterapia convencional, como tratamento de segunda linha (tratamento adotado após falha da medicação padronizada para a doença), tiveram aumento de 22% na chance de estarem vivas, sem piora da doença (sobrevida livre de progressão da doença), em comparação ao grupo que só recebeu a quimioterapia.
“Este foi o primeiro estudo de fase III a demonstrar que a combinação de um medicamento antiangiogênese com a quimioterapia convencional de segunda linha pode estender o tempo de sobrevida livre de progressão da doença, para as mulheres com câncer de mama avançado,” disse o Dr. Adam Brufsky, diretor médico do Centro de Câncer Feminino do Hospital da Universidade de Pittsburgh e principal pesquisador do estudo.
“Este é um resultado significativo, já que muitas mulheres com doença avançada apresentam piora do câncer quando a quimioterapia inicial deixa de funcionar e, atualmente, a única opção para essas mulheres é uma nova quimioterapia. O crescente conjunto de evidências, que apoia o uso combinado de Bevacizumabe, dá aos médicos maior flexibilidade na escolha do esquema mais adequado para suas pacientes”, complementou Antonio Carlos Buzaid, diretor de operaçõesdo Hospital Sírio Libanês.
No Brasil, de acordo com o INCA – Instituto Nacional de Câncer, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%. Para 2010, o INCA estima aproximadamente 50 mil novos casos de câncer de mama no País.

Sobre o Estudo RIBBON 2
O estudo foi focado em mulheres com câncer de mama avançado, negativo para HER2, já tratadas anteriormente com uma primeira linha de quimioterapia. Os eventos adversos
foram semelhantes aos já relatados com o uso de Bevacizumabe e não foram observados dados inéditos de segurança clínica nesse estudo.
O RIBBON 2 foi outro estudo fase III positivo, que se soma às evidências clínicas favoráveis ao uso de Bevacizumabe no tratamento de mulheres com câncer de mama avançado, agora como segunda linha. O papel de Bevacizumabe no tratamento de primeira linha já foi bem estabelecido, com base nos resultados de três estudos de fase III (E2100, AVADO e RIBBON-1). De modo geral, esses estudos mostram dados consistentes de eficácia e segurança em vários subgrupos de pacientes, independentemente das quimioterapias com as quais Bevacizumabe é combinado.

Sobre Bevacizumabe
Bevacizumabe é um anticorpo que bloqueia especificamente o VEGF (fator de crescimento endotelial vascular). O VEGF é o principal promotor da angiogênese tumoral – processo essencial para o desenvolvimento e a manutenção dos vasos sanguíneos necessários para que o tumor cresça e se dissemine (metástases) para outras partes do corpo. O modo de ação preciso do Bevacizumabe ajuda a controlar o crescimento e as metástases tumorais, com impacto limitado sobre os efeitos colaterais da quimioterapia.
Os benefícios do Bevacizumabe em termos de sobrevida foram comprovados em diversos tipos de tumor. Bevacizumabe está aprovado na União Europeia, para tratamento de quatro tipos de tumores comuns, em estágio avançado: câncer colorretal, câncer de mama, câncer de pulmão e câncer renal. Esses tipos de câncer causam, juntos, quase 3 milhões de mortes, todos os anos. Nos EUA, o Bevacizumabe foi a primeira terapia antiangiogênica aprovada pela FDA e, atualmente, está aprovado para o tratamento de quatro tipos de tumores: de mama, colorretal, glioblastoma (câncer cerebral) e pulmonar de não pequenas células. No Brasil, está aprovado para o tratamento do câncer colorretal e pulmão, e aguarda aprovação da ANVISA para câncer de mama, renal e glioblastomas multiformes. 
Mais de 500 mil pacientes já foram tratados com Bevacizumabe até o momento. Um programa clínico abrangente, com mais de 450 estudos clínicos, está pesquisando o uso de Bevacizumabe em vários tipos de tumor (inclusive colorretal, pulmonar, cerebral, de mama, de estômago, de ovário, da próstata e outros) e em diferentes contextos (doença avançada ou em estágios iniciais).

Fonte: Mídia Eletrônia: Alagoas em Tempo Real -http://www.alemtemporeal.com.br/-

sábado, 23 de janeiro de 2010

Ateliê é o território de Vera

Na década de 1970, quando a pintora catarinense Vera Sabino retornou de Brasília para o Estado, também procurou uma galeria. Naquele tempo, muito menos difundidas entre o público, já eram fundamentais para a classe artística que pretendia ganhar visibilidade.
De lá para cá, Vera não abriu mão de manter os trabalhos expostos e vendidos por marchands, já que foi um deles, chamado Beto Stodieck, que deu notoriedade a sua obra.
– Acho que ele, com a galeria Estúdio A2, foi o responsável pelo primeiro grande movimento de lançar artistas plásticos como se faz hoje. Beto promoveu exposições coletivas itinerantes de nomes como Meyer Filho e Martinho de Haro – lembra a pintora, que estava incluída entre eles.
Apesar de estar em galerias, Vera costuma receber compradores em casa. O hábito não é bem visto pelos galeristas, que pagam altos impostos para instalarem seu espaço em local seguro e confortável, tornando a
concorrência desleal. Mas ela garante que o movimento maior não é em sua casa, ainda que, segundo admite, seja “bem acessível” ao comprador.
O pintor Raphael Langowski não vende nada em casa. Para ele, o galerista precisa cumprir a função de projetar e proteger o artista, além de ser o responsável pelo comércio do que produz.
– Gosto de ficar no meu ateliê para não perder o foco. Meu perfil é outro, não sou boa negociante – revela.
Raphael é de Curitiba e mora no Estado há 10 anos. Primeiro, o pintor trabalhou com uma galeria de arte da cidade natal, depois procurou a galeria Z e Z, em Balneário Camboriú. Em 2005, conta que procurou Beatriz Telles Ferreira para expandir sua arte. Atualmente, “graças ao trabalho das galerias”, seu nome foi parar nas mãos de marchands de Paris, Londres e Madri.

Fonte: -http://www.clicrbs.com.br/-

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Indicações Geográficas de Portugal

A denominação de origem protegida, a indicação geográfica protegida e a especialidade tradicional garantida são utilizadas para valorizar e proteger os produtos alimentares europeus contra imitações indevidas. Para além disso, ajudam os consumidores nas suas escolhas, fornecendo-lhes informações sobre as características específicas desses produtos. O Parlamento Europeu recomenda que o registo seja publicado na Internet e que os símbolos sejam diferenciados por meio de códigos de cores.
A União Europeia concede, através dos regulamentos nº 2081/92 e nº 2082/92, uma protecção especial aos produtores de "especialidades regionais". O regime possibilita aos produtores registarem-se num sistema comunitário de protecção obrigatória de determinados produtos agrícolas e géneros alimentícios com denominação de origem.
A denominação de origem protegida (DOP) significa que a produção, a transformação e a elaboração de um produto numa determinada área geográfica deverão realizar-se de acordo com um procedimento reconhecido e estabelecido. É o caso, por exemplo, do Queijo Serra da Estrela, em Portugal, e do Roquefort, em França.
No caso da indicação geográfica protegida (IGP) há uma ligação entre, pelo menos, uma das fases de produção, a produção, a transformação ou a elaboração e a região de origem, ou pode tratar-se de um produto com uma reputação especial. Os Citrinos do Algarve são exemplo destes produtos.

A especialidade tradicional garantida (ETG), nos termos do regulamento nº 2082/92, não incide na origem geográfica, mas sim na composição tradicional do produto ou num procedimento tradicional de elaboração e/ou transformação. É o caso da Kriek, na Bélgica.
A reputação de que gozam estes produtos entre os consumidores europeus possibilita aos seus produtores um acesso a mercados de preços mais elevados, o que, por seu turno, tem impacto na criação e/ou manutenção de postos de trabalho nas zonas rurais da Europa.

Denominação de Origem Protegida (DOP) / Indicação Geográfica Protegida (IGP)
Portugal
Queijos
Queijo de Azeitão
Queijo de Cabra Transmontano
Queijo de Évora
Queijo de Nisa
Queijo do Pico
Queijo Mestiço de Tolosa
Queijo Rabaçal
Queijo São Jorge
Queijo Serpa
Queijo Serra da Estrela
Queijo Terrincho
Queijos da Beira Baixa (Queijo de Castelo Branco, Queijo Amarelo da Beira Baixa, Queijo Picante da Beira Baixa)
Azeitonas de mesa
Azeitona de conserva Negrinha de Freixo
Produtos à base de carne
Cacholeira branca de Portalegre
Chouriço de Carne de Estremoz e Borba
Chouriço de Portalegre
Chouriço Grosso de Estremoz e Borba
Chouriço Mouro de Portalegre
Chouriça de carne de Vinhais ou Linguiça de Vinhais
Farinheira de Estremoz e Borba
Farinheira de Portalegre

Lombo branco de Portalegre
Lombo enguitado de Portalegre
Linguiça de Portalegre
Morcela de assar de Portalegre
Morcela de cozer de Portalegre
Morcela de Estremoz e Borba
Paia de Lombo de Estremoz e Borba
Paia de Toucinho de Estremoz e Borba
Paio de Estremoz e Borba
Painho de Portalegre
Presunto de Barrancos
Presunto de Barroso
Salpicão de Vinhais
Frutos, hortaliças e cereais
Ameixa d’Elvas
Amêndoa Douro
Ananás dos Açores/São Miguel
Anona da Madeira
Castanha da Terra Fria
Castanha de Marvão - Portalegre
Castanha de Padrela
Castanha dos Soutos da Lapa
Citrinos do Algarve
Cereja da Cova da Beira
Cereja de São Julião - Portalegre
Maçã Bravo de Esmolfe
Maçã da Beira Alta
Maçã da Cova da Beira
Maçã de Alcobaça
Maçã de Portalegre
Maracujá dos Açores/S. Miguel
Pêra Rocha do Oeste
Pêssego da Cova da Beira
Carne fresca (e vísceras)
Borrego da Beira
Borrego de Montemor-o-Novo
Borrego do Baixo Alentejo
Borrego do Nordeste Alentejano
Borrego Serra da Estrela
Borrego Terrincho
Cabrito da Beira
Cabrito da Gralheira
Cabrito das Terras Altas do Minho
Cabrito de Barroso
Cabrito Transmontano
Carnalentejana
Carne Arouquesa
Carne Barrosã
Carne Cachena da Peneda
Carne da Charneca
Carne de Bovino Cruzado dos Lameiros do Barroso
Carne de Porco Alentejano
Carne dos Açores
Carne Marinhoa
Carne Maronesa
Carne Mertolenga
Carne Mirandesa
Cordeiro Bragançano
Vitela de Lafões
Outros produtos de origem animal (ovos, mel, produtos lácteos, à excepção da manteiga, etc.)
Mel da Serra da Lousã
Mel da Serra de Monchique
Mel da Terra Quente
Mel das Terras Altas do Minho
Mel de Barroso
Mel do Alentejo
Mel do Parque de Montezinho
Mel do Ribatejo Norte (Serra D'Aire, Albufeira de Castelo de Bode, Bairro, Alto Nabão)
Mel dos Açores
Requeijão Serra da Estrela
Óleos e gorduras / Azeites
Azeite de Moura
Azeite de Trás-os-Montes
Azeite do Ribatejo
Azeites da Beira Interior (Azeite da Beira Alta, Azeite da Beira Baixa)
Azeites do Norte Alentejano

Fonte: -http://ruralismos.blogspot.com-