terça-feira, 29 de agosto de 2017

Patente registrada pela Motorola sugere tela que se regenera

Uma patente registrada pela Motorola sugere que a tela de celular se regenere sozinha sem a necessidade de ir para a manutenção.
Bom, essa é a promessa da Motorola ao registrar a patente no último dia 10 de agosto. A tela do celular seria construída com um polímero chamado de shape memory, algo que tem uma memória de forma e ao ser aquecida poderia se regenerar de pequenos riscos e trincados.
Apesar de ser uma baita evolução, a fabricante informa que esta regeneração só funcionaria em níveis menores, como pequenos riscos e trincados na tela não sendo possível recuperar grandes rachaduras.
Imagem: cats
Conforme o esquema acima o sistema de recuperação seria de fácil manuseio, bastando o usuário definir a necessidade de reparo e o celular automaticamente realizaria a função, conforme a fabricante informa, o dispositivo se auto aqueceria e assim o polímero voltaria a sua forma original.
Fonte https://www.agoramt.com.br/2017/08/patente-registrada-pela-motorola-sugere-tela-que-se-regenera-agora-tech/

STJ reconhece legitimidade da Martini do Brasil em ação em defesa da marca

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por unanimidade de votos, reconheceu a legitimidade da Bacardi Martini do Brasil Indústria e Comércio Ltda. para figurar no polo ativo de ação na qual pretende obter a declaração de nulidade de registros da marca Contini, de titularidade da empresa Irmãos Conte Ltda.
Para a Bacardi Martini do Brasil, os registros da Contini deveriam ser anulados em razão de má-fé, por se tratar de imitação com o objetivo de se beneficiar do renome da marca Martini, mundialmente conhecida.
A empresa Irmãos Conte, no entanto, alegou ilegitimidade ativa da Bacardi Martini do Brasil, afirmando que ela não é proprietária da marca, mas apenas detém o direito de uso do nome Martini, havendo inclusive a possibilidade de que a licença seja revogada a qualquer tempo e o direito de uso seja concedido a outra empresa.
Lei 5.772/71
Como a ação de anulação foi proposta em 1991, o relator do caso no STJ, ministro Antonio Carlos Ferreira, apreciou a legitimidade ativa da autora sob o enfoque da legislação então em vigor – no caso, a Lei 5.772/71, já revogada.
Segundo o ministro, o artigo 100 daquela norma estabelecia que seriam "competentes para promover a ação de nulidade o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) ou qualquer pessoa com legítimo interesse".
Para o relator, o detentor da licença de uso de uma determinada marca se enquadra no conceito de "qualquer pessoa com legítimo interesse". Assim, ao contrário do alegado pela Irmãos Conte, não se trata da tutela de interesse de terceiros, mas da defesa de interesse próprio, por suposto desvio de sua clientela e prejuízos econômicos.
“Tal justificativa, por si, demonstra ainda que o direito material objeto desta lide possui um campo de interferência extremamente abrangente e relevante, que ultrapassa o interesse pessoal do titular do registro da marca, reforçando a legitimidade ativa do licenciado”, concluiu o relator.
Fonte http://www.direitonet.com.br/noticias/exibir/18541/STJ-reconhece-legitimidade-da-Martini-do-Brasil-em-acao-em-defesa-da-marca

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Inpi não terceirizará exame de patentes, por hora

Embora o Instituto Nacional da Propriedade Industrial tenha atualmente cerca de 230 mil pedidos de patentes pendentes de exame, o chamado backlog, o presidente da entidade, Luiz Otávio Pimentel, descartou, por ora, a terceirização dessas análises, como ocorre em outros países.

Luiz Otávio Pimentel também defendeu a criação de um escritório do Mercosul para analisar pedidos de marcas e patentes.Reprodução
Em palestra na terça-feira (22/8) no XXXVII Congresso Internacional da Propriedade Intelectual, que aconteceu no Rio de Janeiro, Pimentel afirmou que o Inpi precisa contratar servidores para reduzir o backlog. O problema é que o processo seletivo, desde a autorização dos concursos pelo Ministério do Planejamento até o fim do treinamento dos funcionários, dura quatro anos e meio, ressaltou.
Mas ele elogiou o trabalho dos 200 servidores do instituto, apontando que eles atuam com rapidez e precisão técnica. Se o órgão conseguir contratar mais 150 funcionários, Pimentel avalia que seria possível examinar 21 mil pedidos de patentes em 2018 — ainda abaixo da média de 30 mil dos anos passados.
Além disso, o presidente do Inpi defendeu a criação de um escritório de análise de marcas e patentes do Mercosul. De acordo com ele, a medida agilizaria os procedimentos e ajudaria a desenvolver a economia da região.
Fonte http://www.conjur.com.br

UFABC terá Congresso Internacional de Empreendedorismo e Inovação em novembro/2017


terça-feira, 28 de julho de 2015

Matrículas abertas para Especialização em Propriedade Intelectual





O curso de Especialização em Propriedade Intelectual com ênfase em Inteligência Tecnológica, oferecido pela Agência de Inovação Inova Unicamp, Escola de Extensão da Unicamp (Extecamp) e Faculdade de Engenharia Química (FEQ), está com matrículas abertas. Interessados podem efetuar a matrícula pelo endereço: http://www.extecamp.unicamp.br/dados.asp?sigla=FEQ-0250&of=003.

O curso, que está na segunda edição, apresenta a experiência em inovação tecnológica e empreendedorismo da Unicamp, visando atender a demanda de empresas para capacitação de seu quadro de funcionários e dar oportunidade de formação e atualização para profissionais que buscam atuar nesta área. A especialização é destinada a graduados em todas as áreas do conhecimento e irá abordar também a definição de estratégias de proteção e valoração dos ativos intangíveis, de busca de informações tecnológicaspara negócios, além de captação de recursos para pesquisa, desenvolvimento e inovação (P&D&I), negociação e contratos de transferência de tecnologia.
Segundo Milton Mori, professor responsável pela especialização e diretor-executivo da Inova, o curso irá priorizar uma formação ampla nas áreas de PI e inteligência tecnológica. “O curso envolve não somente a parte de propriedade intelectual, mas também tudo o que fazemos no dia a diada Inova, isto é: transferência de tecnologias, novos negócios e parcerias para desenvolvimento tecnológico”,afirma. Mori destaca que as disciplinas serão ministradas por profissionais da Agência de Inovação Inova Unicamp, docentes da Unicamp e profissionais do mercado com amplo conhecimento das melhores práticas nacionais e internacionais.


A coordenadora de conteúdo do curso e diretora de Propriedade Intelectual da Inova, Patrícia Leal Gestic, enfatiza, entre as motivações para investir no curso, a pequena oferta de profissionais especialistas em propriedade intelectual no mercado. “Entendemos que há uma demanda suprimida por profissionais especialistas em PI com ênfase em inteligência tecnológica. Esta carência está em todos os níveis hierárquicos de uma empresa de tecnologias e novos produtos, assim como nos escritórios de patentes. Esperamos que, com esta iniciativa, possamos contribuir com empresas e profissionais que atuam direta e indiretamente na geração de conhecimento e de novos produtos e processos”, aponta.
Leandro Cordeiro Mandu, da Bosch e aluno da primeira turma da especialização, diz que o curso tem suprido totalmente suas expectativas e que os ensinamentos adquiridos a partir dos módulos apresentam aplicabilidade real para os profissionais. “Até o momento o curso tem atendido 100% das minhas expectativas. Ele é muito prático e de fácil assimilação com o meu dia-a-dia na empresa. Quase todos os conhecimentos e ferramentas são aplicáveis nas minhas atividades. O interessante é que consigo aplicar alguns conceitos para atividades extras às minhas atividades na empresa, por exemplo, novas ideias de negócios e produtos. Sem dúvida alguma, recomendaria o curso, pois é um curso muito prático e nos traz vários exemplos onde podemos aprender com muita facilidade ”, comenta.
A especialização, que se insere na modalidade extensão universitária, é oferecida em horário não comercial, quinzenalmente, às sextas-feiras no período noturno e aos sábados.


A Inovação Tecnológica na Unicamp
Universidade pioneira na gestão de PI, a Unicamp apresenta um portfólio de mais de 80 patentes concedidas e 866 patentes vigentes em várias áreas tecnológicas. A Inova, Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Unicamp, acompanhou toda a evolução da gestão de propriedade intelectual e da inovação, com profissionais com vivência e capacitação em universidades de renome como Oxford University, Cambridge University, Universidade Hebraica de Jerusalém (por meio da Yissum), Universidade de Alicante e também com órgãos de gestão da propriedade intelectual como o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e Escritório de Patentes da Europa (EPO).
Para mais informações sobre o curso, acesse: www.inova.unicamp.br/especializacao.