sexta-feira, 3 de maio de 2013

Samsung registra patente de implante cerebral que lê mentes


A Samsung fez um registro de uma patente, no mínimo, curiosa. A companhia solicitou os direitos de uma tecnologia para um implante médico para o cérebro. A função do aparelho seria transferir informações psicológicas e patológicas internas para dispositivos eletrônicos externos. Por exemplo: seria possível criar um aplicativo para smartphone que receberia dados como: “você está estressado”, “você está bêbado” ou “você está com sono”.
Os visionários da Samsung acreditam que há diversas ocasiões em que esta comunicação pode ser bem eficiente. O conceito do projeto, em si, é bem inovador: controlar um aparelho com o pensamento. Caso a patente realmente se torne uma nova ferramenta, será possível transformar a “leitura de mentes”, que costumava parecer uma fantasia bem distante, em realidade.
Segundo gráfico criado pelo site Patent Bolt, o funcionamento do “leitor de pensamentos” da Samsung seria o seguinte: um pequeno implante seria implantado no cérebro, enquanto existiria um transmissor principal localizado na parte central do corpo da pessoa. O transmissor seria o responsável pelo envio das informações para um receptor externo.

FONTE: techtudo.com.br

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Patente da Apple fala sobre transformar escolhas feitas em game numa HQ

De vez em quando surgem algumas patentes envolvendo jogos eletrônicos que de tão absurdas nos fazem questionar quem foi o gênio que as idealizou (a Sony é mestre nesta área), porém, há algumas delas que são bastante interessantes e curiosamente, uma que só foi aceita agora pelo Escritório de Marcas e Patentes dos EUA veio da Apple, empresa que nem é tão ligada assim aos games.
Registrada em 2009, a ideia seria permitir que ao terminar um jogo em que várias escolhas foram feitas durante a aventura, a pessoa tivesse a opção de gerar um e-book, um livro ou, o que seria mais legal, uma revista em quadrinho retratando o caminho seguido por ela e como exemplo o documento cita a série Mass Effect.
Imagine se tal tecnologia funcionasse em títulos distribuídos por episódios, como o The Walking Dead e ao final de cada capítulo pudéssemos criar um arquivo que contaria nossa história no game e que pudesse ser lido diretamente no computador ou num tablet, sempre capturando automaticamente os diálogos entre os personagens e as imagens. Seria fantástico, não acha?
Não se sabe no entanto se a Apple ainda possui interesse em disponibilizar a ideia, mas acho que se ela um dia se tornar real, seria uma excelente maneira de personalizar a experiência do jogador e desconfio que mesmo se tal recurso fosse pago, muitas pessoas adorariam ter um registro desse tipo daquilo que fez num jogo.

patente-hq-apple_25.04.13
 
Fonte: http:\\meiobit.com

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Vantagem Comercial das patentes pode ser usufruída antes de sua concessão.

Amigos do Blog,
Gostei muito do artigo da exame publicado aqui em 18/04/2012,  http://registromarcaspatentes.blogspot.com.br/2013/04/registrar-patentes-do-produto-gera.html

Muitas empresas passam por situações similares a essa da Trike Ícaros no Brasil. Investem em inovações, desenvolvem produtos, lançam no mercado e são copiadas, tendo "parte de seu resultado drenado pelo mercado", como citou a Tathiane Favero.
Mesmo ainda sem ter a patente concedida e apenas com o pedido de patente depositado, as vendas do Modelo Ômega Topless de Asa já cresceram 55% de 2011 para 2012.
A patente de invenção confere ao proprietário, de processo ou produto patenteado obtido em processo patenteado, a exclusividade no mercado brasileiro por 20 anos.
Essa concessão é de 20 anos a partir da data de depósito da patente no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) ou de 10 anos a partir da data da concessão. Caso o pedido de patente demore mais de 10 anos para ser analisado e concedido, a patente poderá  vigorar por mais de 20 anos.
Encontramos objetos com o texto "patente requerida", pois ainda não possuem a concessão da carta-patente e sim o pedido de patente em análise no INPI.
A Trike Ícaros demonstrou  como a vantagem comercial das patentes pode ser usufruída já no período antes de sua concessão, pois um pedido de patente de produto similar do concorrente lançado após o seu não teria novidade, requisito primordial para a concessão de uma patente internacionalmente.
Para evitar de terem seus resultados "drenados" pelos concorrentes, algumas empresas lançam mão de recursos de Marketing e Comunicação como forma de fazer o cliente optar por seu produto ao  invés da réplica do concorrente. Em cada ramo de atividade o melhor recurso deve ser analisado, porém a vantagem comercial e a proteção das patentes poderia ser utilizada por mais empresas no Brasil.
Paula Ribeiro Soares Ferreira

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Apple adquire patentes da Palm por US$ 10 milhões

Em uma notícia que pode soar inusitada para alguns, a Apple adquiriu um pacote que inclui patentes da Palm, Bell Communications Research e Geoworks. Por US$ 10 milhões, repassados à empresa japonesa proprietária Access, a lista inclui tecnologias de rede e telecomunicações que chegaram a ser classificadas de “inúteis” por Steve Jobs.

Segundo conta o site
9to5Mac, o falecido presidente da Apple havia recusado a oferta de venda do antigo CEO da Palm, Ed Colligan. A ideia surgiu como uma medida de proteção para o iPhone, mas foi minimizada pelo criador da Maçã.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/apple/38493-apple-adquire-patentes-da-palm-por-us-10-milhoes.htm#ixzz2Qs1MrhC7

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Registrar patentes do produto gera vantagem comercial

Trike Ícaros registra patente para evitar cópias no produto e aumenta em 55% as vendas de asa Ômega Topless


São Paulo – Da indústria fonográfica até a aerodesportiva, a disseminação da tecnologia tem ampliado a preocupação das empresas com o registro de suas ideias, marcas e patentes.
A Trike Ícaros, empresa fabricante de trikes – ultraleve pendular -, sentiu na pele essa preocupação com a propriedade intelectual. “Víamos a concorrência fabricando nosso produtos e ainda utilizando nosso nome, mencionando como ‘similar ao trike da Ícaros’. Percebemos que o mercado estava drenando um possível resultado nosso”, diz Tathiane Favero, diretora comercial da empresa.
Diante desse cenário, a empresa optou pelo registro de propriedade intelectual do modelo Ômega Topless de asa, concebido pela Ícaros. O resultado foi positivo.
“Acabamos coibindo um pouco a ação dessas empresas que replicavam nossos produtos. Até os anúncios da internet foram retirados”, afirma.
Na prática o resultado é visível também nos números: as vendas do modelo e de serviços de manutenção cresceram 55% em 2012 frente ao ano anterior. “Os clientes que acabavam indo para o mercado paralelo, passaram a executar os serviços com a gente.”
Propriedade intelectual
O registro da propriedade intelectual sobre algum produto garante uma segurança comercial para a empresa criadora – além de servir como baliza par ao mercado. 
Segundo Vinícius Moreira, diretor da AG Moreira Marcas e Patentes afirma que, via de regra, o investimento no registro não impacta sobre o preço do produto, uma vez que o custo é baixo – por volta de R$ 2 mil.
“Muitas vezes, empresas levam 5 ou 6 anos desenvolvendo um produto e acaba perdendo dinheiro do investimento por causa da falta de registro e consequente aumento da concorrência”, diz.
Por aqui, a estrutura regulatória para registro de marcas e patentes ainda é rudimentar. “O INPI ainda é um órgão muito lento”, diz Moreira. “São 120 mil processos parados na instituição, o que faz com que o registro de patentes leve até 10 anos para ser efetivado.“
Fonte: http://exame.abril.com.br/gestao/noticias/registrar-patentes-do-produto-gera-vantagem-comercial

Minifly, da Trilke Ícaros