sexta-feira, 14 de maio de 2010

Seminário Nacional de Inovação - Tubarão-SC - 19 a 21 de maio


O evento acontece na próxima semana e o link de acesso é: http://www.unisul.br/hotsites/seminario-de-inovacao.html


CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO EVENTO:

Dia 19/5/2010 (quarta-feira)
.8h30m às 9h
Credenciamento e Entrega de Material
Local: Espaço Integrado de Artes
Palestrante: Professor Luiz Otávio Pimentel - UFSC

. 9 às 10h30min
Palestra: Parcerias para a inovação: proteção dos ativos intangíveis para assegurar vantagem na concorrência (Parte I).
Local: UNISUL 
Palestrante: Professor Luiz Otávio Pimentel - UFSC

. 10h30min
Coffee-break

. 11 às 12h
Palestra: Parcerias para a inovação: proteção dos ativos intangíveis para assegurar vantagem na concorrência (Parte I).
Local: UNISUL
Palestrante: Professor Luiz Otávio Pimentel- UFSC

. 14 às 16h
Painel 1: Estratégias de desenvolvimento da Inovação em Santa Catarina
Local: UNISUL
Palestrantes:

Antônio Rogério de Souza - Fundação CERTI
Angela Albino – Deputada Estadual
Rui Luiz Gonçalves- ACATE
RECEPET à confirmar

. 16h às 16h30min
Coffee-break

. 16h30min às 17h30min
Painel 2: Apresentação da experiência dos negócios das empresas incubadas do sul catarinense (Crie, Inovasul, MidiSul e Softsul).
Local: UNISUL

. 17h30min às 18h30min
Conferência de abertura:
“O cenário nacional da Inovação Tecnológica: perspectivas e desafios.”
Local: Auditório EIA – UNISUL
Palestrante: Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) - Ministro Sergio Machado Rezende

. 20h
Solenidade de Abertura da Feincos, do I Seminário Nacional de Inovação e do Workshop sul competitivo.
Local: CECONTU
 

Dia 20/5/2010 (quinta-feira)
. 9h às 10h30min
Palestra: Parcerias para a inovação: proteção dos ativos intangíveis para assegurar vantagem na concorrência. (Parte II).
Local: UNISUL
Palestrante: Julio Santiago – Guimarães e Santiago Advogados

. 10h30min
Coffee-break

. 11 às 12h
Palestra: Parcerias para a inovação: proteção dos ativos intangíveis para assegurar vantagem na concorrência. (Parte II).
Local: UNISUL
Palestrante: Julio Santiago – Guimarães e Santiago Advogados

. 14h às 16:00 h
Mesa redonda 1: “Modelos de gestão e organismos que potencializam a inovação e a cooperação universidade/empresa.”
Local: CECONTU - Sala 01
Palestrantes: Roberto Astor Moschetta – TECNOPUC - PUCRS
Carlos Alberto Schneider- Fundação CERTI
Ricardo Pereira – COPPE-RJ

Painel 3: Casos de sucessos empresariais em inovação e P&D regionais.
Local: CECONTU - Sala 02
Palestrantes:Thermosystem
Austen Farmacêutica
Celesc – Departamento de P&D
Anjo Tintas à confirmar
Automatiza à confirmar

. 16h às 16h30min
Coffee-break com seção de pôsteres de relatos de experiências de sucesso e fotos da região.
. 16h:30min às 17h:30 min
Mesa Redonda 1: Continuação – Sala 01
. 16h30min às 18h30min
Rodada de Negócios
Local: CECONTU sala 02

. 17h30min às 19h30min
Painel 4 - Trabalhos Científicos de Inovação
Local: CECONTU – sala 01

Dia 21/5/2010 (sexta-feira)
. 9h às 10h30min
Mesa Redonda 2: Programas de Incentivo e de Fomento à Inovação às Empresas
Local: CECONTU – sala 01
Palestrantes: Jesiel de Marques Gomes- FAPESC
Eduardo Costa – FINEP à confirmar
Marcelo Ferrari Wolowski – BZPlan
Pedro Preussler - BRDE

. 10h30min às 11h
Coffee-break
. 11h às 12h
Mesa Redonda 2: Continuação
Local: CECONTU – Sala 01

. 14h às 16h
Mesa redonda 3: “Redes de Pesquisa: Experiências nacionais e potencialidades regionais.”
Local: CECONTU – Sala 01

Palestrantes:
Diomário de Queirós – FAPESC
Natalino Uggioni – IEL e PRONIT
Sebastião Lauro Nau- ANPEI à confirmar
Antonio Rodrigues Elias- SIBRATEC à confirmar

Paulo Roberto Meller – Celesc à confirmar
. 14h às 16h
Painel 5: Empreendedorismo, inovação e desenvolvimento local.
Local: CECONTU – Sala 02
Palestrante: Milton Hobus – Prefeito Municipal de Rio do Sul-SC

. 16h às 16h30min
Coffee-break com seção de pôsteres de relatos de experiências de sucesso e fotos da região.

. 16h30min às 17h30min
Mesa redonda 3: Continuação
Local: CECONTU – Sala 01

. 16h30min às 18h30min
Painel 6: Análise SWOT da Amurel: CT&I (ACIT e CDL)
Local: CECONTU – Sala 02

COB tenta impedir até propaganda de supermercado

Presidente do COB, Nuzman tentou processar supermercado por fazer propaganda com Olimpíadas.
Foi por conta da derrota em processo movido contra uma campanha dos Supermercados Guanabara que Carlos Arthur Nuzman tentou ampliar no Congresso seus poderes sobre o uso das expressões e símbolos olímpicos.


A ação judicial pretendia vetar a veiculação da campanha publicitária “Olimpíadas Premiadas”, criada pela agência de comunicação Fullpack, contratada pela rede carioca, durante os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. O comercial tinha uma tocha como logomarca e apresentava os irmãos Diego e Danielle Hipólito – da seleção brasileira de ginástica olímpica – como protagonistas.



O processo (de número 0252357-87.2008.8.19.0001) demonstra com clareza o poder absoluto que Nuzman queria ter sobre os símbolos e palavras relacionadas com os Jogos Olímpicos e até onde ele pretendia estender o domínio sobre eles. Na ação, o COB questionou o uso da palavra “Olimpíadas” na propaganda e alegou que “a utilização de qualquer desses símbolos (neste caso, a tocha) depende de prévia e expressa autorização sua (do COB)”. A defesa do supermercado argumentou que “o termo ‘Olimpíada’ integra a história da humanidade há milênios” e não retirou o comercial do ar. A entidade pedia também indenização ao supermercado no valor de R$ 25 mil. O comitê perdeu a ação em primeira instância. O COB foi condenado a pagar 10% sobre o valor da causa (R$ 2,5 mil corrigidos) referente às custas processuais e honorários advocatícios.
Em outubro de 2009, o relator da ação, Celso Ferreira, votou contra o recurso e foi acompanhado, por unanimidade, pelos magistrados. No mês seguinte, ratificou sua posição ao negar impedimento judicial apresentado pelo COB contestando a decisão anterior. Insatisfeito com o resultado, o comitê ainda tentou conseguir recurso especial para encaminhar o processo ao Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, mas também foi indeferido. Em março deste ano, o desembargador Antônio José Azevedo Pinto, terceiro vice-presidente do TJRJ, não admitiu o pleito alegando falta de razoabilidade por parte do COB e que “o exame das razões de recurso revela que o recorrente pretende, por via transversa, rever matéria de fato discutida na causa e decidida com base nas provas dos autos”. Ainda cabe um último recurso ao Comitê Olímpico Brasileiro. Enquanto recorria, Nuzman tratava também de obter no Congresso as modificações nas leis referentes à organização dos Jogos Olímpicos, como noticiou com exclusividade o Congresso em Foco.
Fonte: http://congressoemfoco.uol.com.br


INPI quer que o STJ tenha filtro para Patentes

Com a recente decisão sobre a patente do Viagra, o INPI espera que o mesmo julgado seja aplicado aos mais de 30 casos similares que estão nos tribunais brasileiros.
Fonte: Mídia impressa - DCI - SP 10/05/2010

quinta-feira, 13 de maio de 2010

CONVITE: Vamos estudar juntos no Centro Cultural Vergueiro dia 15/05 as 13:00h

Aos estudantes para a prova de API,
Convido para estudarmos Questões Subjetivas de Marcas e Questões Subjetivas de Patentes como forma de preparação à segunda fase do Exame de Habilitação de Agentes da Propriedade Industrial a ser agendado pelo INPI em breve.


Nosso grupo de estudos se encontrará no próximo sábado, dia 15/05/2010, das 13:00 as 17:00h, no Centro Cultural Vergueiro, próximo à estação Vergueiro do Metrô, na Rua Vergueiro, 1000 na cidade de São Paulo. Nosso ponto de encontro será o balcão de retirada da chave para os armários de objetos pessoais.


O objetivo do encontro será estudarmos para a prova da segunda fase.
Podemos formar grupos de estudos de Marcas e outros de Patentes, de acordo com o interesse de cada um. Não esqueçam de levar a LPI, lápis e papel.
Encaminhem um e-mail para paula.ferreira1@yahoo.com.br e confirme sua presença.


Aguardamos vocês lá.
Um grande abraço,
Paula Ferreira

Instituto Butantan procura parceiros para pesquisas na Amazônia -

Evento realizado na sede da Fiesp teve finalidade de atrair atenção do empresariado para questão ambiental
O Instituto Butantan expôs as oportunidades e as perspectivas para a indústria brasileira em participar da exploração da imensa biodiversidade da Amazônia para estudos de bioprospecção e desenvolvimento de novas substâncias farmacêuticas. O evento Perspectivas do Projeto Butantan - Amazônia para a Indústria Brasileira, realizado em abril na sede da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), teve a finalidade de atrair a atenção do empresariado para a questão ambiental.

Pela manhã, foram apresentados produtos desenvolvidos pelo instituto, que há quatro anos faz pesquisas na Amazônia; e à tarde, houve exposição de experiências e parcerias do Butantan com empresários do setor farmacêutico. "É um projeto muito ambicioso em estágio adiantado que oferece um leque de oportunidades. A região tem alta incidência de animais peçonhentos e diversidade de biomas", destacou o diretor do Instituto Butantan, Otavio Azevedo Mercadante.

Na abertura da palestra, o presidente do Conselho Superior do Meio Ambiente da Fiesp, Walter Lazzarini, afirmou que a falta de desenvolvimento competente e racional deu motivos para pensamentos como a "Amazônia é do mundo" e ideias "esdrúxulas" como a de se vender produtos da região para pagar a dívida externa, Por isso, disse ser importante e oportuna a discussão, a reflexão e ações para desenvolver a Amazônia.

Autonomia

Antes de falar da atuação do Butantan na Amazônia e dos projetos em andamento, Mercadante informou que desde a sua origem, há quase 110 anos, o instituto tem a tríplice missão: de produção imunobiológica, pesquisa e desenvolvimento e difusão cultural. Destacou que 90% das vacinas consumidas no Brasil são produzidas no instituto e a produção é crescente. Os soros respondem por mais de 60% da produção nacional.

O diretor também informou que orçamento do Butantan se compõe de investimento da Secretaria Estadual da Saúde, recursos da Fapesp e outras agências, da Finep, do Ministério da Saúde (venda de vacinas e soros) e fundos de apoio à pesquisa como o BNDES/Funcet. Disse que há entraves nas parcerias público-privadas por conta de propriedade industrial e patente.

Ele ainda adiantou que há um decreto de aplicação da lei de inovação paulista que, se aprovado, dará autonomia ao Butantan para fazer licenciamento e operações referentes a royalties decorrentes de patentes. Mercadante acrescentou que o Butantan não pode dispor de titularidade, embora tenha várias patentes que entram como Fundação Butantan.

O instituto

Sobre o projeto Butantan-Amazônia, o diretor disse que o instituto investe na criação do Centro de Pesquisas de Belterra (PA), na formação de doutores para cuidar dos projetos de biodiversidade, na recuperação arquitetônica de chamada de Fordlândia (vila fundada pela Ford no século passado) e na informação à comunidade ribeirinha sobre os riscos de acidentes com animais peçonhentos, já que é a região do País com maior incidência.

A pesquisadora do laboratório de biofísica e bioquímica, Ana Maria Chudzinski, falou da criação de compostos para tratamento de problemas de coagulação sanguínea e dos desafios de transformar substâncias naturais em produtos de usos terapêuticos. As pesquisas (com taturanas, sanguessugas e carrapatos) são orientadas para a criação de anticoagulantes. As pesquisas já levaram à obtenção de cinco patentes.

Já a pesquisadora do Laboratório de Dor, Gisele Picolo, discursou sobre a procura de moléculas de origem natural com ação analgésica. "Por que buscar novos analgésicos? Estimativas mostram que 30% das pessoas sofrem de dor moderada ou aguda ou que todos sentirão dor em alguma fase da vida", assegura a pesquisadora. A maioria dos analgésicos é feita a partir de animais e plantas como é o caso da morfina (papoula) e da aspirina (salgueiro).

Novos remédios

Outras fontes potenciais para a fabricação de analgésico são as serpentes, escorpiões, aranhas peçonhentas e animais marinhos. Destacou que o exemplo mais promissor de analgésico feito no laboratório é a crotalfina. Desenvolvida a partir de venenos de serpente, já passou por testes clínicos no Brasil e agora serão feitos testes no exterior, sob a responsabilidade da empresa farmacêutica Achè, que comercializará o produto.

O diretor do Centro de Biotecnologia, Paulo Lee Ho, discorreu sobre o desenvolvimento de adjuvantes de vacinas. Substância que aumenta a resposta imune do organismo, o adjuvante necessita de menos antígeno (princípio ativo da vacina), o que reduz o preço do medicamento e aumenta a produtividade. Um dos exemplos de sucesso de uso de adjuvante é a vacina contra a coqueluche.

Osvaldo Brazil Esteves Sant`Ana, diretor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Toxinas, ressaltou a importância da aproximação entre os pesquisadores e o setor privado. "Na Amazônia, há um manancial a ser desvendado e preciso para somar conhecimentos e trabalhar juntos". Ele disse que o modelo adequado seria uma combinação entre o setor acadêmico e o empreendedor.

Drogas

Mercadante completou mostrando a diferença entre os dois setores. O desafio é conciliar o fato de que "as empresas buscam resultados imediatos. E os cientistas seguem sua vocação de alargar a fronteira do conhecimento". Celso Monteiro Carvalho, vice-presidente da Fiesp, disse que é preciso "ter mais humildade para dialogar" ao conciliar os interesses do setor acadêmico com a indústria.

Fernando Perez, diretor-executivo da Recepta biofarma, relatou a experiência da empresa especializada no tratamento de câncer. A doença é a segunda causa de morte no Brasil e aumenta de acordo com a longevidade da população, enquanto os custos do tratamento são altos porque os remédios são importados. "Drogas para tratar o câncer terão o maior faturamento do mundo", prevê.

A Recepta tem parceria com o Butantan, com a Faculdade de Medicina da USP e outras instituições e é uma das poucas a fazer testes clínicos e licenciamentos. Ao discorrer sobre a relação entre a indústria farmacêutica e as pesquisas, disse que projetos de biotecnologia "ainda assustam o empresário", porque envolve altos investimentos e há elementos de riscos.

Cientistas nativos

José Walter da Silva Jr, da Ourofino Agronegócios, disse que 29% dos produtos da empresa são de origem biológica (vacinas e soros) e daí a cooperação tecnológica com o Instituto Butantan. A parceria envolve criação de vacinas veterinárias em conjunto, transferência de tecnologia e formação/qualificação e treinamento de pessoal qualificado.

Silva Jr. reforça que a velocidade e as necessidades do mercado são bem diferentes daquelas existentes na academia, mas o "cenário é positivo e vem melhorando. Acredito que é o caminho para outras empresas seguirem mesmo com as incertezas inerentes ao produto em desenvolvimento", destacou.

Marcio de Paula, da Biolab Farmacêutica, destacou os benefícios da inovação farmacêutica em relação às terapias antigas. A empresa tem parceria com universidades e centros de pesquisas em projetos de tratamento da dor, reparação tecidual e câncer.

Spartaco Astolfi Filho, professor da Universidade Federal da Amazônia e assessor científico da Cristália Produtos Químicos Farmacêuticas, falou da falta de profissional qualificado e de cientistas da região Norte do País. Convidou o Butantan a participar da Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal (Rede Bionorte), que criará cursos de pós-graduação na área científica de biodiversidade e biotecnologia nos nove Estados que participam da Amazônia Legal. Mercadante mostrou interesse já que o projeto na Amazônia inclui a formação de cientistas nativos.

Fonte: http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=59516