quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

IBM lidera ranking de patentes nos EUA


Fonte: Folha de São Paulo 13/01/2010


Evento com Fresno e demais bandas se apropria da marca Twitter

No final de janeiro acontecerá a segunda edição do Twitter Festival, desta vez em duas importantes casas de shows do País, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Bandas como Fresno, Cine, Stevens e Hori se apresentarão nas duas capitais, no Citibank Hall, dia 30 de janeiro, no Rio, e no Via Funchal, dia 31, em São Paulo.
Contudo, apesar do nome, o festival nada tem a ver com o site de microblogs Twitter. "O nome Twitter é uma marca que remete a uma idéia de encontro", disse em nota Antonio Marcos, diretor da GLP Eventos, uma das organizadoras do festival.
O caso é que, segundo as diretrizes publicadas em página do próprio site, é proibido "implicar patrocínio, endosso ou falsa associação com o Twitter Inc". Vale lembrar que a primeira edição, realizada na cidade de São Pedro da D'Aldeia e na quadra da Beija Flor de Nilópolis, chamou bem menos a atenção do que esta, que acontece em duas das principais casas de show do País.
A GLP Marketing informa que fez um pedido no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) para registro da marca, assim como outras cinco empresas de diversos setores fizeram o mesmo pedido este ano. Todas aguardam resposta do órgão, inclusive o próprio Twitter, que desde 2007 tem seu pedido protocolado para o uso da marca no País.
Polêmicas e direitos a parte, o evento, que acontece no final de janeiro, terá diferentes preços para as duas cidades, variando de R$ 50 a R$ 180 no Rio, e R$ 70 a R$ 200 em São Paulo.
TWITTER FESTIVAL NO RIO
Bandas: Fresno, Hevo 84, Cine, Stevens, Hori, Glória e Control Z
30 de janeiro de 2010
Onde: Citibank Hall (Av. Ayrton Senna, 3000, Cj. 1005, Barra da Tijuca)
Ingressos: R$ 50 e R$ 180 (www.ticketmaster.com.br)

TWITTER FESTIVAL EM SP
Bandas
: Fresno, Strike, Cine, Stevens, Hori e Control Z
31 de janeiro 2010
Onde: Via Funchal (Rua Funchael, 65, Vila Olímpia)
ingressos: de R$
70 a R$ 200 (www.viafunchal.com.br) 

Fonte: -http://musica.terra.com.br-

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Classes A e B são mais ligadas às marcas - 40% dos consumidores das classes A e B são mais preocupados com marcas reconhecidas

A qualidade dos produtos supera o desejo por consumo de marcas renomadas, segundo pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) que envolveu 800 entrevistados. Deles, metade não se preocupa com marcas conhecidas. A maioria dos entrevistados (82,8%), no entanto, concorda que os produtos com melhor qualidade têm preços mais elevados.

Na análise por classes, o resultado apontou que 40% dos consumidores A e B são os mais atentos às marcas. Em contrapartida, os das classes D e E são os mais desinteressados no assunto (66,3%). Segundo Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP, a taxa de consumo mais elevada nas classes A e B apresenta uma forte ligação com o status que as grandes marcas conferem a quem as consome.

A grande diferença é a forma como as classes analisam o produto no ato da compra. Os consumidores mais pobres prezam muito a escolha acertada, pois não dispõem de tanto capital. "Eles consomem produtos de qualidade, sim, desde que sejam beneficiados pelo crédito, mas não necessariamente a escolha vai estar ligada à marca. Ele se permite pagar mais caro, mas não quer arriscar", explica.

A pesquisa mostra também que 76,3% dos consumidores preferem qualidade a preço, sendo os das classes A e B os que mais concordaram com a assertiva: "Prefiro um produto de qualidade a um de bom preço", (81,1%). São os consumidores com este perfil os que mais realizaram compras na internet (39,1%) e os que mais compraram produtos com divulgação através de propaganda por e-mail (32,1%).

Entre as classes D e E apenas 7,1% fizeram compras pela internet e 3,1% através de e-mail marketing. O destaque, porém, é que os consumidores destes segmentos são os que mais fizeram compras pela web nos últimos 30 dias (28,6%), reflexo do movimento vivido pela economia nacional e do acesso de novos públicos a opções antes restritas a uma minoria.



Fonte: -http://www.mmonline.com.br-

Núcleo de Acordos em Escritório de Advocacia registrou crescimento de 300% em negócios


O escritório C. Martins & Advogados Associados,
com sede no Rio de Janeiro, completou neste mês 17
anos. Nos últimos três anos, a banca registou crescimento
de 300% em negócios e número de funcionários,
a partir da estruturação do Núcleo de
Acordos. Atualmente, cuida de aproximadamente 60
mil ações.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Fnac perde direito de registrar nome no Brasil


A rede de livrarias Fnac, de origem francesa perdeu o direito ao registro do nome no Brasil. A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a empresa brasileira Fnac Livraria e Editora SA, registrada no Rio, é a dona do registro. Isto porque, no entendimento do STJ, a livraria carioca fez o registro em 1981, enquanto a rede francesa só se expandiu mundialmente em 1994. A batalha judicial é antiga.
Quando a Fnac francesa chegou ao Brasil em 1998, ao comprar a editora Ática,descobriu que seu nome já estava registrado. Naquela época, entrou na Justiça alegando que acordos internacionais, validados no Brasil pelo Decreto 75.572 de 1975, determinam que o nome comercial seja protegido em todos os países participantes do acordo sem obrigação de depósito, nem registro.
A empresada França pedia então seu direito de exclusividade e exigia multa de diária de R$ 1 mil caso não se cumprisse a determinação.
Em sua defesa, a Fnac brasileira alegava ter registrado o nome muito antes de a empresa ter se expandido pelo mundo, em 1994. Além disso, fez a reconvenção do processo, ou seja, reverteu a ação e também pediu direito de exclusividade e multa diária cinco vezes maior, de R$ 5 mil pelo uso indevido de seu nome.
Durante a tramitação do processo, os brasileiros ganharam em primeira instância e os franceses em segunda.
Os advogados da Fnac Livraria e Editora,então, recorreram ao STJ alegando que a legislação brasileira prevê que o prazo para entrar na Justiça e exigir a abstenção de um registro é de 10 anos. Ou seja,como a empresa do Rio fez o registro em 1981 e os franceses só entraram com o processo em 1998, a ação teria prescrito. O recurso foi aceito pela quarta turma. Mas, a Fnac francesa decidiu recorrer da decisão com um pedido de embargo. Segundo o grupo francês, ainda é possível ir com a ação até o SupremoTribunal Federal.
O recurso da carioca pede que a francesa deixe de utilizar o nome comercial nas lojas em todo o país, por entender, segundo seu texto, que a proteção do nome seja nacional e que, segundo jurisprudência, não pode haver conflito entre nome registrado em junta comercial e marca registrada no Instituto Nacional dePropriedade Industrial (INPI) . Nesse caso, a prioridade seria de quem tem direito ao nome. A Fnac francesa divulgou ontem a seguinte nota: "A marca Fnac é um valioso patrimônio que começou a ser construído há mais de 50 anos na França, fruto do trabalho e dedicação de um grupo de apaixonados por cultura e tecnologia. Infelizmente, a empresa foi surpreendida pelo uso indevido de seu nome no Brasil e, portanto, foi obrigada a questionar judicialmente seus direitos. A Fnac acredita nas instituições e em seus valores e aguarda a decisão da Justiça até sua última instância".O advogado Gustavo Serra, que defende a Fnac brasileira,preferiu não se manifestar. E seus donos também não se pronunciaram.
Fonte: STJ