terça-feira, 28 de julho de 2015

Matrículas abertas para Especialização em Propriedade Intelectual





O curso de Especialização em Propriedade Intelectual com ênfase em Inteligência Tecnológica, oferecido pela Agência de Inovação Inova Unicamp, Escola de Extensão da Unicamp (Extecamp) e Faculdade de Engenharia Química (FEQ), está com matrículas abertas. Interessados podem efetuar a matrícula pelo endereço: http://www.extecamp.unicamp.br/dados.asp?sigla=FEQ-0250&of=003.

O curso, que está na segunda edição, apresenta a experiência em inovação tecnológica e empreendedorismo da Unicamp, visando atender a demanda de empresas para capacitação de seu quadro de funcionários e dar oportunidade de formação e atualização para profissionais que buscam atuar nesta área. A especialização é destinada a graduados em todas as áreas do conhecimento e irá abordar também a definição de estratégias de proteção e valoração dos ativos intangíveis, de busca de informações tecnológicaspara negócios, além de captação de recursos para pesquisa, desenvolvimento e inovação (P&D&I), negociação e contratos de transferência de tecnologia.
Segundo Milton Mori, professor responsável pela especialização e diretor-executivo da Inova, o curso irá priorizar uma formação ampla nas áreas de PI e inteligência tecnológica. “O curso envolve não somente a parte de propriedade intelectual, mas também tudo o que fazemos no dia a diada Inova, isto é: transferência de tecnologias, novos negócios e parcerias para desenvolvimento tecnológico”,afirma. Mori destaca que as disciplinas serão ministradas por profissionais da Agência de Inovação Inova Unicamp, docentes da Unicamp e profissionais do mercado com amplo conhecimento das melhores práticas nacionais e internacionais.


A coordenadora de conteúdo do curso e diretora de Propriedade Intelectual da Inova, Patrícia Leal Gestic, enfatiza, entre as motivações para investir no curso, a pequena oferta de profissionais especialistas em propriedade intelectual no mercado. “Entendemos que há uma demanda suprimida por profissionais especialistas em PI com ênfase em inteligência tecnológica. Esta carência está em todos os níveis hierárquicos de uma empresa de tecnologias e novos produtos, assim como nos escritórios de patentes. Esperamos que, com esta iniciativa, possamos contribuir com empresas e profissionais que atuam direta e indiretamente na geração de conhecimento e de novos produtos e processos”, aponta.
Leandro Cordeiro Mandu, da Bosch e aluno da primeira turma da especialização, diz que o curso tem suprido totalmente suas expectativas e que os ensinamentos adquiridos a partir dos módulos apresentam aplicabilidade real para os profissionais. “Até o momento o curso tem atendido 100% das minhas expectativas. Ele é muito prático e de fácil assimilação com o meu dia-a-dia na empresa. Quase todos os conhecimentos e ferramentas são aplicáveis nas minhas atividades. O interessante é que consigo aplicar alguns conceitos para atividades extras às minhas atividades na empresa, por exemplo, novas ideias de negócios e produtos. Sem dúvida alguma, recomendaria o curso, pois é um curso muito prático e nos traz vários exemplos onde podemos aprender com muita facilidade ”, comenta.
A especialização, que se insere na modalidade extensão universitária, é oferecida em horário não comercial, quinzenalmente, às sextas-feiras no período noturno e aos sábados.


A Inovação Tecnológica na Unicamp
Universidade pioneira na gestão de PI, a Unicamp apresenta um portfólio de mais de 80 patentes concedidas e 866 patentes vigentes em várias áreas tecnológicas. A Inova, Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Unicamp, acompanhou toda a evolução da gestão de propriedade intelectual e da inovação, com profissionais com vivência e capacitação em universidades de renome como Oxford University, Cambridge University, Universidade Hebraica de Jerusalém (por meio da Yissum), Universidade de Alicante e também com órgãos de gestão da propriedade intelectual como o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e Escritório de Patentes da Europa (EPO).
Para mais informações sobre o curso, acesse: www.inova.unicamp.br/especializacao.



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Inscrições Abertas: Seminário de Propriedade Intelectual em BH


O Seminário Propriedade Intelectual e Política de Concorrência como Instrumentos de Políticas Públicas visa a qualificar e atualizar a reflexão e o debate acerca dos direitos da Propriedade Intelectual. Nesse contexto, faz-se importante atentar para o papel das políticas públicas, na medida em que são influenciadas pela dinâmica dos direitos da Propriedade Intelectual e, a seu turno, também tem efeitos sobre estes.
O CEDIN terá a honra de receber em Belo Horizonte o Dr. Nuno Pires de Carvalho, Diretor da Divisão de Propriedade Intelectual e Política de Concorrência da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), para conduzir palestras e debates acerca do tema em que é um dos mais reconhecidos especialistas na arena internacional.
O evento será em 12 e 13/11/2013, das 8:30 as 17:00h e acontecerá na sede do CEDIN, sendo realizado em continuidade ao Seminário ministrado em 2012, também em parceria com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual, intitulado As Patentes e as Marcas nos Tratados Internacionais e a Política Global de Concorrência.
O investimento é de R$ 300,00 (normal) e R$200,00 (estudantes). Inscreva-se no site do CEDIN!
O Seminário é dirigido a estudantes, professores e profissionais do meio jurídico como advogados e juízes atuantes na área da propriedade intelectual, bem como empresários, profissionais da administração pública, da área da saúde, membros de NITs e demais interessados no tema.
fonte: http://www.cedin.com.br

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Bionovis aposta nos medicamentos Biossimilares


O maior desafio da Hypermarcas na área de medicamentos é competir com laboratórios internacionais, que apostam pesado em remédios inovadores. “As multinacionais chegam a investir US$ 10 bilhões em pesquisa e desenvolvimento anualmente”, afirma Antônio Britto, presidente da Interfarma, entidade que representa os laboratórios estrangeiros no País.
“A Hypermarcas chegará, no máximo, a um valor em torno de R$ 300 milhões.” Para escapar dessa disputa desproporcional, a empresa aposta em um novo estágio dessa indústria: os biossimilares.  Os biossimilares são cópias aproximadas de medicamentos biológicos, que não podem ser reproduzidos de forma idêntica, como são os genéricos em relação aos remédios sintéticos. Para entrar nesse mercado com potencial de R$ 2 bilhões em vendas anuais ao substituir medicamentos biológicos que perderão suas patentes nos próximos três anos, a Hypermarcas se uniu às concorrentes EMS, Aché e União Química para formar a Bionovis, especializada nesse novo nicho. Juntos, os quatro laboratórios investirão R$ 500 milhões para desenvolver e produzir os seus primeiros biossimilares“É uma estratégia de longo prazo e de altíssimo risco, mas se acertarmos conseguiremos causar um grande impacto”, afirma Bergamo. “Mas, até lá, há diversos outros produtos dentro da Hypermarcas voltados a mercados, prontos para serem desenvolvidos no Brasil.”Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Uso de personagens infantis em camisetas é violação de marca, não de direito autoral

Uma ação penal contra duas comerciantes do Paraná foi trancada por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Elas participavam de uma feira de roupas quando foram surpreendidas pela polícia vendendo camisetas ilustradas por personagens infantis das empresas Warner, DC Comics, Hanna-Barbera e Walt Disney. Como o fato ocorreu há mais de nove anos e as empresas detentoras das marcas não apresentaram queixa, a Sexta Turma reconheceu a extinção da punibilidade e concedeu o habeas corpus. 

As comerciantes foram denunciadas por violação ao direito autoral. No habeas corpus, a defesa contestou a tipificação, e pediu o reconhecimento de que se trataria de crime contra registro de marca, regulado por lei específica. Para a apuração deste, é indispensável a queixa, o que significaria a configuração da decadência, já que mais de nove anos se passaram sem que houvesse a representação. 

A decisão baseou-se em voto do relator, ministro Napoleão Nunes Maia Filho. Ao analisar o episódio, o ministro fez uma diferenciação entre a violação de direito autoral (artigo 184, parágrafo 2º do Código Penal, cuja pena máxima é de dois anos de reclusão) e o crime contra o registro de marca (artigo 190 da Lei n. 9.279/96, cuja pena máxima é de um ano de detenção). O ministro observou que os desenhos reproduzidos nas camisetas apreendidas foram registrados como marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual), classificados, inclusive, como marca mista. “Dessa forma, os desenhos infantis, apesar de serem fruto da intelectualidade do criador, encontram-se já incorporados ao processo de industrialização, e são, portanto, marcas”. 

O ministro Napoleão ainda destacou trecho da Lei n. 9.610/98. O artigo 8º da norma prevê que o aproveitamento industrial ou comercial das ideias contidas nas obras não são objetos de proteção como direitos autorais. 

O relator ainda reproduziu trecho do parecer do Ministério Público Federal: “a expressão da interioridade do autor [objeto da proteção do direito autoral] se perde quando a ideia é incorporada ao processo industrial, com a produção em massa e mecanizada de produtos, não mais vislumbrando a originalidade própria às obras intelectuais”.

Fonte: STJ
http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=96257

Gabarito das Questões de Inovação de 1 a 5

Abaixo o gabarito das questões da Lei de Inovação, publicadas em 12/09/2013:
1 - Errado
2 - Certo
3 - Certo
4 - Errado
5 - Certo