quinta-feira, 24 de junho de 2010

Inovação e tecnologia como alavancas para o Brasil


O Brasil vem saindo da condição de país emergente para a condição de candidato a potência econômica. Esta declaração vem sendo feita por diversos estudiosos econômicos do mundo todo, como Jim O"Neill, chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs.
Para que o Brasil se torne potência, porém, será necessário que alcance diversas condições, como a capacidade de DOMINAR tecnologias, sejam, biológicas, energéticas e computacionais.
Capacitar-se a desenvolver tecnologias inovadoras é, com certeza, uma das verticais dessa grande meta.
Estar na vanguarda da INOVAÇÃO, então, será o requisito para garantir a sustentabilidade de uma nação como potência econômica.
Segundo o (WIPO) World Intellectual Property Organization, o Brasil, em quatro anos praticamente dobrou o número de patentes de empresas nacionais registradas no mundo. Isso representa ainda, apenas 0,3% dos registros internacionais, totalizando 480 patentes.
O que falta ao Brasil? VONTADE.
O Brasil tem pontuais problemas de violência que, com bom senso e generosidade, poderão ser sanados. Diferente do Japão, com avassaladores terremotos. Diferente da China, com uma população gigantesca, ao contrário do nosso país, o que reduz a necessidade de investimento de combater a pobreza extrema. E a Índia, com o constante ataque dos terroristas e separatistas locais.
O que falta ao Brasil? ATITUDE.
Estamos atravessando um momento único em que podemos acelerar o processo de desenvolvimento tecnológico e potencializarmos o crescimento no ranking de registros de patentes.
Acredito que devemos por uma "lupa no detalhe", quando falamos de duas outras economias que estão crescendo, sustentadas em parte no desenvolvimento de tecnologias e inovação e, já concorrem com países membros do G7, estou falando do Japão e da Coreia.
Estas nações alcançaram o SUCESSO devido aos baixos preços oferecidos, este fato é relevante. Entretanto, atualmente estas nações são consideradas padrão quando se fala em qualidade, tratam-se de países que exportam produtos qualificados e entram no cenário de fornecedores de excelência.
O Brasil tem como meta alcançar o crescimento, portanto o modelo de escolha e a técnica como parte da decisão, devem ser o que chamo de: VAC - Vontade, Atitude e Ciência.
*Colaborador do Projeto Zomo que analisa como o País pode concretizar-se como potência econômica do futuro próximo e o que falta para isso.
Fonte: -http://www.resellerweb.com.br/noticias/-

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