quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ayrton Senna, um campeão tembém como empresário

O arrojo das pistas Ayrton Senna mostrava também nos negócios. Nos contratos da F-1, sempre impunha suas condições. E raramente cedia, a ponto de ter disputado na moedinha, no cara ou coroa, uma diferença de US$ 500 mil no salário que Ron Dennis lhe oferecia no seu primeiro ano na McLaren. Dennis ganhou, mas não teve o gostinho de persuadi-lo. 

No ramo empresarial, Ayrton também era determinado. E construiu um império que a sua família hoje administra. O Instituto Ayrton Senna tem um setor de licenciamentos que o financia. Os produtos com as grifes Senna, Senninha, Senninha Baby e a coleção Ayrton Senna têm consumidores em todo o mundo geram milhões de reais por ano. Os royalties (valor que cabe ao Instituto, como dono da patente), são destinados aos programas sociais da instituição. 

O valor da marca Senna ainda não foi calculado. Mas os produtos têm grande poder de venda nos mais cobiçados mercados do mundo. O Japão é o segundo maior consumidor, atrás do Brasil. Depois, vêm Inglaterra, Itália, Alemanha e França. 

Mesmo em países sem tradição na F-1, como EUA, Austrália e África do Sul, os produtos Senna têm grande aceitação - diz Rodrigo Silveira, diretor de marketing e licenciamento do Instituto. 

A coleção Ayrton Senna, com produtos com a imagem do piloto (miniaturas, vestuário, malas, DVDs) é a mais rentável, superando até as vendas da marca Senna, com produtos mais sofisticados. 
Barco e moto, as jóias da grife 

Os produtos da marca Senna têm algumas características primordiais: 

O próprio Ayrton definiu isso: são de alta tecnologia e performance, além de design apurado. E todos têm edição limitada. O número de unidades se refere a alguma marca da carreira dele - diz Rodrigo Silveira. 

A moto italiana MV Agusta F4 Senna, em fibra de carbono, com motor de 140 cavalos e 13.000 rpm, que chega a 290 km/h, o barco Senna de 30 pés, e o jet boat, com motor de turbina e casco de fibra aluminizada, são as jóias da marca.

Fonte: http://extra.globo.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário