sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Amcham defende agenda compensatória

O presidente e CEO da Câmara de Comércio Americana (Amcham), Gabriel Rico, defende a uma agenda compensatória entre Brasil e EUA no caso do subsídio concedido pelo governo americano ao produtores do produto e as exportações pelos lado americano. 
Ele reconhece o direito do governo brasileiro em retaliar os EUA, mas uma negociação envolvendo os produtores, buscando uma abertura para os produtores agrícolas brasileiro que, segundo ele, poderiam entrar naquele mercado com tarifas menores. 
A entidade já enviou carta ao USTR (órgão negociador do comércio internacional dos EUA) pedindo para que o governo americano dê sinais de abertura para evitar o processo de retaliação. 
Além disso, a Amcham já encaminhou carta para o Conselho de Ministros, contemplando Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fazenda, Casa Civil, Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Saúde, defendendo que o governo brasileiro tenha postura para uma agenda compensatória no lugar de um processo de retaliação. 
- Estamos aguardando a chegada de autoridades do executivo americano, envolvidas nas negociações para transmitir as recomendações da Amcham para a construção de uma agenda positiva do lado americano - disse Rico, acrescentando que no último dia 10, foi assinada a MP 482 que cria o arcabouço jurídico para que o Brasil possa dirigir o processo de retaliação contra o direito de propriedade intelectual de empresas americanas instaladas no país dos setores farmacêutico, software, áudio e visual, entre outros. 
Fonte: http://www.monitormercantil.com.br

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